21/07/2014

O Preço de Um Sonho


Gênesis 37:5a

INTRODUÇÃO
Essa mensagem não é uma tentativa de desanimar as pessoas, mas uma certeza de encorajamento a todos que ousarem a ser como o nosso protagonista. Muitas pessoas deixaram de sonhar ou deixaram seus sonhos caírem no esquecimento, creio que os motivos foram os mais diversos, mas quero que você que desejou ler esta mensagem possa levá-la a muitos amigos e colegas, para que também sejam abençoados com a palavra de Deus. Só Deus pode mudar a história de uma vida, seja ela qual for.


A FAMÍLIA DE JACÓ
Após ter cumprido o contrato verbal com Labão, Jacó decide ir embora levando suas esposas e seus filhos. Os tempos se passam e agora Jacó e sua família estava na verdade em Hebrom nas terras de Canaã, porém anida se não havia tomado posse de sua herança, sendo ainda moradores estrangeiros em Canaã, e já se fazia onze anos desde que Jacó ali chegara.

Jacó chegou em Hebrom levando consigo suas quatro mulheres e seus doze filhos, tendo uma família constituída da seguinte forma:


LÉIA OU LIA
Esta era filha mais velha de Labão, irmão de Rebeca, mãe de Jacó. Seu nome pode significar “Olhar tenro”. Lia foi dada a Jacó como esposa depois de uma trama articulosa de seu pai, a fim de que ela não ficasse solteira e não desse a Labão netos. Lia deu a Jacó sete filhos, sendo seis homens e uma mulher. Assim sendo ela foi mãe de seis das doze tribos de Israel. Os filhos homens eram Rúben, Simeão, Levi, Judá, Issacar e Zebulom, e uma filha chamada Diná.

ZILPA
Esta era serva de Lia, que a seguia e como serva deveria obedecer todas as suas ordens seja elas qual fossem, então lia dá Zilpa como espasa a Jacó para que dela viessem filhos que pertenceriam a senhora e assim pensava Lia que teria o coração e o amor de seu esposo, e seguindo a ordem de sua senhora, Zilpa dá a Jacó dois filhos homens chamados Gade e Aser.

BILA
Bila era serva de Raquel, e também como serva em obediência a sua senhora Raquel, é dada como esposa a Jacó e entrando a ela, Bila dá a Raquel dois filhos homens chamados Dã e Nafitali.

RAQUEL
Esta também era filha de Labão, assim sendo era irmã de Lia, ambas primas de Jacó. Raquel era o amor da vida de Jacó, e foi por ela que trabalhou quatorze anos de graça na fazenda de Labão. Raquel era estéril mas já em sua velhice ela concebe e dá a Jacó quem também já estava em boa velhice dois filhos, que os chamou de José o primeiro e seu irmão Benjamim que nasceu em Betel. Infelizmente Raquel morre no parto de Benjamim.

Em oredem cronológica, eram os filhos de Jacó, ou as doze tribos de Israel as seguintes: Rúben, Simeão, Levi, Judá, Dã, Nafitali, Gade, Aser, Issacar, Zebulom, José e Benjamim.

JOSÉ O FILHO MAIS AMADO
Em uma casa onde há filhos uma verdade é que uns adquirem mais afinidade com o pai e outros com a mãe. Não que Rebeca amasse mais a Jacó do que a Esaú, não que Jacó amasse mais José do que seus outros filhos, mas a verdade é que os filhos se unem mais a um de seus pais, pois em minha casa tenho dois filhos homens, o mais velho é mais apegado a minha esposa e o mais novo a mim. Isso não faz como que haja uma preferência, mas demonstra a afinidade. Então era José aquele que mais amava o pai, aquele que mais agradava o velho Jacó.

Era costume nos dias de Jacó, o pai colocar o nome nos filhos, mas vemos que no texto do capítulo 29 de Gênsis, as mães davam os nomes, claro que tinham autorização do Jacó, e aprouve a Deus que a José fosse lhe dado uma nome diferente de seus irmãos, ou seja, Yossef, que significa “Descobridor de coisas ocultas”.

Ora! Percebendo Jacó que José era o que mais lhe agradava e lhe buscava o bem, Jacó dá a José uma túnica, que na verdade não foi feita por Jacó, mas segundo os sábios judeus, era uma túnica que foi dada a Isaque por seu Abraão como um símbolo da marca da promessa. Então seria sensato pensar que aquela túnica fosse dada a Rúben como herança, ou a Judá como profecia de promessa, mas aprouve a Deus escolher aquele que era desde sua infância um verdadeiro sonhador.

Segundo a Bíblia José era aquele que trazia noticias a seu pai, era ele que contava a verdade de tudo que acontecia na casa de seu pai, pois vemos que quando José tem um segundo sonho e conta a sua família, seu pai o repreende na frente de todos para não tirar a autoridade de seus irmãos e das matriarcas da casa, mas o versículo diz assim: “Seus irmãos, pois, o invejavam; seu pai, porém, guardava este negócio no seu coração.” (Gn,37:11). Verdadeiramente José era diferente dentre seus irmãos e Jacó já havia percebido essa diferença.

A Bíblia cita somente dois sonhos tidos por José ainda no seio de sua família, mas bem sabemos que somente dois sonhos não deixariam seus irmãos irados e com muita inveja do menino que tinha apenas dezessete anos, pois quando os sonhos começaram penso que todos riam da cara de José, mas certamente acredito que alguns desses sonhos vieram a se concretizar, isso sim colocaria inveja no coração de seus irmãos.

CONSEQUÊNCIAS NA VIDA DE UM SONHADOR
Mas o que teria levado José a ser um sonhador? Por que José sonhava tanto? Porque um sonhador incomoda as pessoas assim? Perguntas pertinentes não acham?

O que vejo aqui na vida de José é que era melhor nunca ter sonhado, do que sonhando ter passado pelo que passou. Então vejamos o que aconteceu com José após ter sonhado, e se tornado assim um sonhador.

DESPERTA INVEJA
Eu creio que esta é a pior das macumbas que alguém possa fazer. A inveja é algo terrível. Algo que corrói o invejoso por dentro, pois invejar é o mesmo que desejar ter o que o outro tem, ou desejar que o outro não tenha assim como ele não tem. Sim! A inveja é um sentimento maldito e típico de uma qualidade de Satanás.

Ao começar a ser invejado por seus irmãos José começou a correr perigo, pois um invejoso é capaz de fazer algo só para prejudicar a pessoa que inveja. Quando sonhamos sem percebermos qualquer coisa ao nosso redor, algo acontece que são os invejosos maquinando pensamentos horripilantes a nosso respeito.

Agora te pergunto: Será que devemos sonhar? Seria tão bom ser um sonhador?


NOS JOGA NO POÇO SECO
Quando José obedecendo a seu pai vai até onde estão seus irmãos para trazer noticias, relata-nos a bíblia que de longe seus irmãos o reconheceram e disseram ao vê-lo: “Lá vem o sonhador”.

Ao chegar perto deles todos já haviam tramado um plano para entulhar os sonhos de José, e logo quando ele se aproximou o agarraram e lhe arrancaram a túnica e o jogaram em um poço seco, que segundo estudos tinha no mínimo sete metros de profundidade. Com a queda José chegou ao fundo todo esfolado e sangrando assustado com a escuridão e com a solidão do lugar. Tudo por que José decidiu ser um sonhador, e novamente eu te pergunto: Será que devemos sonhar? Seria tão bom ser um sonhador?



NOS FAZ SERMOS VENDIDOS
Quando já se sentia cansado de tanto gritar por socorro, uma corda aparece no fundo do poço, e José pensa que seus irmãos invejosos haviam se arrependido, mas na verdade algo ainda pior iria acontecer. José é vendido como mercadoria a uma caravana de mercadores de Ismaelitas. Agora ele é só um escravo e a caravana vai para o Egito. Lá José é vendido como escravo para um homem chamado Potifar, que tinha uma esposa maligna. Na casa de Potifar ele é só um escravo que deve obedecer a tudo.

Ninguém olhava para ele a não ser a mulher de Potifar. Ali José fica realizando trabalhos pesados, longe do aconchego de seu velho pai.



NOS LEVA A PRISÃO
Certo dia a mulher maligna de Potifar tenta obrigar o jovem José a se deitar com ela, mas ele era um sonhador e um verdadeiro sonhador não renega seus sonhos. Mas ele foge e quando pensava estar seguro seu senhor o joga na prisão para ali apodrecer o resto de sua vida , um lugar que cheira mal. Novamente esquecido.

Tudo isso só porque José decidiu sonhar um sonho e dali em diante sua vida nunca mais foi a mesma. Ele mesmo passando por sérias adversidades nunca renegou os seus sonhos, ele sempre se manteve firme naquilo que estava em seu coração.

CONSEQUÊNCIAS NA VIDA DE UM SONHADOR
Após ter passados anos encarcerado naquele lugar fétido, alguém se lembra de José e o tira levando para o palácio de Faraó, para que interpretasse um sonho que perturbava o coração de Faraó. Ali já no palácio ele da à resposta que alivia o coração de Faraó e quando já pensava em voltar para a prisão, Faraó o coloca por Governador de todo o Egito, visto que somente um homem com tamanha sabedoria poderia ser útil ao império Egípcio, para que não subjugasse.

Agora o sonhador era o governador de todo o Egito e uma fome terrível assolava toda a terra, mas graças às palavras sábias do homem sonhador o Egito tinha muita comida e a fome chegou até a casa de seu pai. Isso obrigou seus irmão virem comprar comida no Egito e quando eles mesmos já pensavam que José havia morrido, eis que surge como que das cinzas o sonhador que lhes mostrou a todos que ninguém pode matar ou calar um verdadeiro sonhador.

Ali no palácio do Faraó, Jacó e seus filhos se curvam diante do governador do Egito e nesse momento José se faz conhecer. Todos ficam estarrecidos com a visão de que estava diante de seus olhos, o sonhador não morreu, mas ele vive.

CONCLUSÃO
Mas sonhar tem um preço! Sonhar incomoda muita gente! Na verdade sonhar custa caro! Eu creio que todo sonho tem o seu preço!

Uma coisa eu aprendi com José, esse sonhador corajoso e perseverante, que nunca renunciou a seus sonhos, é que “o sonhador mexe com o coração deDeus”.

Não deixe que matem seus sonhos. Continue mesmo que isso incomode pessoas ou demônios, sei agora que vale apena sonhar e ser um descobridor de coisas ocultas, que era o significado do nome de Yossef Bem-Yacov (José filho de Jacó).

“Sonhe, ouse sonhar, você nunca irá além dos seus sonhos!”-Pr. Marco Feliciano.

Uma coisa é verdadeira, Deus sempre estava com José, sempre. Veja:

- “O Senhor estava com José...” (Gn, 39: 2,21)
- “Vós, na verdade, intentaste o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem....” (Gn, 50:20)
- “José, pois, habitou no Egito, ele e a casa de seu pai; e viveu José cento e dez anos. E viu José os filhos de Efraim, da terceira geração; também os filhos de Maquir, filho de Manassés, nasceram sobre os joelhos de José. (Gn,50:22 e23)

Deus é contigo meu amado irmão sonhador, mas nunca se esqueça de ficar firme na presença dele, pois Deus só tem compromisso com quem tem compromisso com Ele. Se atentamente ouvires a voz do Senhor e obedecer a seus mandamentos todas estas bênçãos virão e lhe alcançarão, (Deuteronômio 28).

Saiba de uma coisa. Ninguém é maior sonhador do que Deus, pois um dia ele sonhou e nasceu você, que está lendo esta mensagem. Deus te abençoe ricamente.


recebido por email

O CÉU NÃO É PARA COVARDES, DIZ FRANKLIN GRAHAM



O pastor, evangelista e conferencistaFranklin Graham teceu uma série de críticas contra pastores e líderes cristãos que omitem certos trechos da Bíblia que não são muito populares, sobretudo por tratar de questões morais.

Falando diretamente aos religiosos que, segundo ele, têm medo de falar abertamente sobre as questões morais abordadas na Bíblia, Graham disse que os cristãos tem a obrigação de falar a verdade sobre as Escrituras, e afirmou que “o céu não é para covardes!”.

- Os seguidores de Jesus Cristo e, especialmente, os pastores e líderes de igrejas, tem a responsabilidade de dizer a verdade contida nas Escrituras, chamar o pecado do que ele é, e reconhecer que ele (pecado) sempre tem reinado no coração da raça humanas – afirmou o pastor.

- Não se trata apenas de um debate sobre aborto ou a homossexualidade; todo o pecado é imoral e toda imoralidade é ruim. Nos Estados Unidos de hoje estamos vivendo uma seca épica. Não é só o mal-entendido básico da Palavra de Deus; é a ausência completa de toda a Palavra de Deus – completou Franklin Graham.

O pastor baseou suas falas no trecho de Apocalipse 21-8, que diz: “Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte”.

- Os cristãos não podem ignorar partes da Palavra de Deus só porque são impopulares ou causam divisão. Nossa comissão é anunciar e proclamar Cristo e tudo o que Ele representa. Não podemos proclamar com sinceridade a verdade do amor de Deus, sem levar em conta que Deus odeia o pecado. Seu amor é derramado sobre a humanidade que está na escravidão do pecado. Em sua imerecida graça, se encontra o dom da salvação. Por esta razão, todo o Evangelho deve ser pregado, como demonstra o apóstolo Paulo – completou o evangelista.

De acordo com o evangelista, “os cristãos são chamados a recusar a aceitação do pecado em todas as suas formas, e não porque somos pessoas perfeitas, mas como um testemunho de transformação que Deus produz em uma vida dedicada a Ele, lavados e purificados pelo sangue de Cristo e revestidos de sua justiça. Devemos ser pessoas resistentes às criticas ou qualquer forma de perseguição. Se não mostrarmos coragem e não nos mantermos piedosamente firmes na fé divina, não podemos superar o espírito sedutor de “Satanás” que toma conta deste mundo”.

- Se nós, como povo de Deus, nos negarmos a falar contra o pecado para não incomodar os outros, somos covardes. Somos chamados a fazer soar o alarme, alertarmos que Deus exige obediência à Sua lei perfeita, que foi projetada para o bem da raça humana. A definição de um covarde é aquele que se nega a fazer a coisa certa, por medo das consequências – concluiu.

recebido por email

01/07/2014

Armagedon, a Batalha Final do Apocalipse




O ponto culminante da Grande Tribulação será a batalha do Armagedom. Apocalipse 16:14-16. Na verdade, talvez seja melhor falar da "campanha" do Armagedom, uma vez que não é uma batalha única, mas uma série de eventos em que todas as nações do mundo serão atraídas como participantes. A palavra "Armagedom" é formada a partir das palavras hebraicas "Har" ou montanha, e "Megido", uma cidade em uma colina - na parte norte da Terra Santa, interior de Monte Carmelo (perto do porto moderno de Haifa). É no "cruzamento das encruzilhadas" em que a antiga Via Maris ("Caminho do Mar") cruza a rodovia transversal central de Israel. Esta comanda uma vista do vale de Jezreel, o "celeiro de Israel." Foi um posto de comando estratégico para o controle de toda a área por muitos séculos. Os viajantes do Egito à Síria, Babilônia, Pérsia, Ásia Menor, normalmente passam por esse caminho, e poderia ser tributado por quem controlava a cidade. Por este motivo, a cidade foi conquistada por muitas vezes as várias potências que ocuparam a Terra Santa.

Duas questões importantes têm de ser consideradas: Jerusalém é o foco da batalha, mas Megido, fica 55 milhas de distância de Jerusalém. Isso pode ser entendido quando o enorme número de soldados envolvidos nesta batalha são considerados. Essa área, Megido, e o vale de Jezreel, (também conhecido como a planície de Esdrelon) serão a área de teste onde as tropas multi-nacionais se reunirão antes de seu avanço em Jerusalém. Haifa, no extremo oeste do Vale, é o porto lógico para desembarques de tropas principais.

A outra questão é :quem está lutando contra quem nessa batalha? É evidente que, no final de sua carreira, o Anticristo estará lutando contra várias alianças, e seu império parece estar se desintegrando. Por outro lado, de acordo com Apocalipse 19, todas as forças estarão reunidas para que a batalha seja travada contra Jesus Cristo. O versículo 19 afirma: "Então vi a besta e os reis da terra e os seus exércitos reunidos para fazerem guerra contra o Cavaleiro sobre o cavalo e seu exército." O cenário provável é que o Anticristo, percebendo que seu poder está diminuindo, consegue unir todas as forças da terra juntos contra seu inimigo comum - o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores. Como todos os não-crentes fazem, eles pensam que podem prevalecer contra Ele!

Esta batalha terrível é o tema de muitas passagens do Velho e Novo Testamento. É realmente uma série de inter-relacionados desastres. Vamos primeiro olhar para algumas das previsões do Antigo Testamento sobre esse dia terrível. Essas passagens nos lembram que o povo escolhido de Deus, Israel, e sua capital, Jerusalém, são o foco da batalha. Ela também mostra a compaixão de Deus para com Israel. Analisemos as etapas que levam à batalha, e para o regresso glorioso do Senhor Jesus Cristo.

O Antigo Testamento Prevê a Batalha do Armagedom

Zacarias 

O pós-exílico profeta Zacarias tinha muito a dizer sobre o fim do mundo em que vivemos. O próprio Deus vai lutar contra aqueles que se reunirão contra Jerusalém. 

“Esta é a palavra do Senhor acerca de Israel. O Senhor, que estende os céus, que estabelece as bases da terra, e que forma o espírito do homem dentro dele, declara: "Eu vou fazer de Jerusalém um copo que envia todos os povos vizinhos cambalear, Judá será cercada. "(Zacarias 12:1-2)

O termo naquele dia usado com freqüência pelos profetas, é um indício de que a passagem está se referindo ao Dia do Senhor, ou seja, ao período da grande tribulação:

"Naquele dia, quando todas as nações da terra estiverem reunidas contra ela, eu farei de Jerusalém uma pedra para todas as nações. Todos os que tentarem movê-la vão se machucar.

"Naquele dia eu vou bater todos os cavalos de pânico e seu cavaleiro com loucura", declara o Senhor. Vou manter um olhar atento sobre a casa de Judá, mas eu vou cegar todos os cavalos dos povos. Então os chefes de Judá dirão no seu coração," O povo de Jerusalém éfortes, porque o Senhor dos Exércitos é o seu Deus . "

"Naquele dia eu vou fazer os chefes de Judá como um firepot em uma pilha de lenha, como uma tocha flamejante entre os feixes. Eles irão consumir direita e à esquerda a todos os povos ao redor, mas Jerusalém permanecerá intacta em seu lugar.

"O Senhor vai salvar as habitações de Judá, de modo que a honra da casa de Davi e dos habitantes de Jerusalém não podem ser maiores do que a de Judá."

"Naquele dia o Senhor vai proteger aqueles que vivem em Jerusalém, de modo que o mais fraco dentre eles será como Davi, e a casa de Davi será como Deus, como o Anjo do Senhor que vai diante deles."

"Naquele dia eu vou expor para destruir todas as nações que atacam Jerusalém." (Zacarias 12:3-9)

Perto do final do período de tribulação, Jerusalém estará sob o cerco militar e será invadida por exércitos estrangeiros mais uma vez. Zacarias anuncia que isso vai acontecer antes do retorno final de Messias para a cidade,

"O dia do Senhor vem, quando o seu saque será dividido entre vocês. Vou reunir todas as nações para Jerusalém para lutar contra ela, a cidade será tomada, e as casas saqueadas, e as mulheres estupradas. Metade da cidade irá para o exílio, mas o resto do povo não será retirado da cidade.

Então o Senhor vai sair e lutar contra estas nações, como pelejou no dia da batalha. Naquele dia, estarão os seus pés sobre o Monte das Oliveiras, a leste de Jerusalém, e o Monte das Oliveiras será dividido em dois, de leste a oeste, formando um grande vale, com metade da montanha em direção ao norte e ao sul meia movimento. Você vai fugir do vale para monyanha montanha, por isso vai se estender para Azel. Você vai fugir como você fugiu do terremoto nos dias de Uzias, rei de Judá. Então o Senhor Deus meu virá, e todos os santos com Ele." (Zacarias 14:1-5)

Daniel 


O Livro de Daniel é conhecido como "o Apocalipse do Antigo Testamento." As visões deste livro estabelecem o quadro de toda a história dos impérios mundiais , desde o tempo de Nabucodonosor (e até antes), até que o governo despótico final do Anticristo. No nono capítulo há uma breve alusão à batalha do Armagedom, onde o mal será derrotado.

Ele [o homem do pecado] fará firme aliança com muitos, por uma semana. " No meio do "sete" ele vai colocar um fim ao sacrifício e à oferta. E sobre a asa, ele vai criar uma abominação que causa desolação, até o fim que está determinado, se derrame sobre ele. " (Daniel 9:27)

O décimo primeiro capítulo de Daniel aparentemente prediz algumas das atividades de campanhas militares do Anticristo, que antecedeu a sua criação ousada de si mesmo como governante, e a "abominação da desolação" no ponto médio da Tribulação. Os primeiros 20 versículos deste capítulo descrevem a ascensão da Grécia de Alexandre (versículo 3), no final da era do Medo-Persa, em seguida, o surgimento do Império Romano como "Rei do Norte". No versículo 21, a cena muda a partir do antigo Império Romano para o aparecimento futuro de uma pessoa desprezível, que vai aproveitar o reino com intriga (conspiração).

No auge de seu poder, ele vai decidir romper sua aliança com Israel. Naquela época, ele vai abolir o sacrifício diário (no Templo recém reconstruído em Jerusalém), e o falso profeta irá criar a "abominação da desolação", que revela Apocalipse 13:14-15 será uma imagem da primeira besta que é para ser adorada.

A maioria dos comentaristas conservadores encontram nos eventos de Daniel 11 semelhanças em algum grau com Antíoco Epifânio. O rei do norte voltará para a sua terra com grande riqueza, mas seu coração será contra a santa aliança. Ele vai tomar medidas contra ele e depois retornar ao seu próprio país.

"Na hora marcada, ele vai invadir o Sul novamente, mas desta vez o resultado será diferente do que era antes. Navios das ilhas ocidentais vão se opor a ele, e ele vai perder o coração. Então, ele vai voltar e descarregar sua fúria contra a santa aliança. Ele vai voltar e mostrar favor para os que deixarem a santa aliança. Suas forças armadas se levantarão para profanar a fortaleza e templo vai abolir o sacrifício diário. Então eles vão criar a abominação que causa desolação." (Daniel 11:28-31)

Daniel capítulo 11. A primeira parte deste capítulo é uma longa história de antigos governantes, os Selucidas e os Ptolomeus, que lutaram por muitos anos um contra o outro - com Israel no meio. No versículo 36 há uma mudança repentina nos saltos de texto e Escritura ao longo de séculos de intervenção histórica até "o tempo do fim". Em seguida, a guerra final começará por um rei egípcio a invadir Israel a partir do sul e sendo atendidas pelas forças opostas do último rei do Norte.

"O rei [homem do pecado] vai fazer o que quiser. Ele exaltará e se engrandecerá sobre todo deus e vai dizer coisas inauditas contra o Deus dos deuses. Ele vai ser bem sucedido até que o tempo da ira seja concluído, para o que foi determinado. Ele vai mostrar nenhum respeito aos deuses de seus pais ou a qualquer outro deus e se exaltará acima de todos eles. Ao invés deles, vai homenagear um deus de fortalezas, um deus a quem seus pais não conheceram honrará com ouro e prata, com pedras preciosas e presentes caros Ele vai atacar as fortalezas mais poderosas com a ajuda de um deus estranho e muito honrar aqueles que reconhecem que ele vai fazê-los. dominem sobre muitas pessoas e vai distribuir a terra a um preço.

"No tempo do fim o rei do sul se envolverá em batalha, e o rei do Norte vai atacar contra ele com carros e cavalaria e uma grande frota de navios. Ele vai invadir muitos países e varrer eles como uma enchente. Ele também vai invadir a terra bonita [Israel] Muitos países cairão, mas Edom, Moabe e os líderes de Amom serão entregues a partir de sua mão. Ele vai estender seu poder sobre muitos países;... Egito não escapará Ele vai ganhar o controle dos tesouros de ouro e prata e de todas as riquezas do Egito, com os líbios e núbios em submissão. Mas os relatórios do leste e do norte de alarme, e ele irá definir em uma grande fúria para destruir e aniquilar muitos. Ele vai armar suas tendas reais entre os mares [os mares Mediterrâneo e Dead] no belo santo monte [Jerusalém]. entanto, ele virá ao seu fim, e ninguém vai ajudá-lo. "(Daniel 11:36-45 )

Joel 
O profeta Joel também descreve essa invasão final:

" Tocai a trombeta em Sião, soe o alarme no meu santo monte. Que todos os que vivem na terra tremam, porque o dia do Senhor está chegando. Dia de trevas e escuridão, dia de nuvens e escuridão. Como o amanhecer se espalhando através das montanhas, um exército grande e poderoso vem, como nunca foi visto em séculos antigos e vindouros.

Diante deles o fogo devora, atrás deles chamas de chamas. Diante deles a terra é como o jardim do Éden, atrás deles, um desperdício do deserto - nada escapa.
(Joel 2:1-3)

Joel escreveu sobre a invasão se aproximando de Israel por Nabucodonosor, em sua época, e também sobre a invasão final de exércitos estrangeiros que viriam apenas antes da aparição do Messias em poder e glória. A pista para a aplicação do fim dos tempos é a frase "o Dia do Senhor", que ocorre novamente no final da seção seguinte:

Eles têm a aparência de cavalos, eles galopam como cavalaria. Com um ruído como o de carros que saltam sobre os cumes das montanhas, como um restolho de fogo crepitante que consome, como um exército poderoso elaborado para a batalha. Na visão deles, as nações estão em angústia, cada rosto fica pálido. Eles cobram como guerreiros, eles escalam paredes como soldados. Todos eles marcham em linha, não se desviando de seu curso. Eles não empurram um ao outro, marcham para a frente. Eles mergulham as defesas sem quebrar fileiras. Eles correm sobre a cidade ao longo da parede. Eles sobem nas casas; como ladrões entram pelas janelas.

Diante deles a terra treme, treme céu, o sol ea lua se escurecem, e as estrelas já não brilham. O SENHOR trovões na cabeça do seu exército; suas forças estão além do número, e poderosos são aqueles que obedecem a seu comando. O dia do Senhor é grande, é terrível. Quem poderá suportar?" (Joel 2:4-11)

Deus, em misericórdia já havia salvo o remanescente piedoso em Israel, no ponto médio da tribulação e levado com segurança para refúgio em Petra para a última metade do período da tribulação. Ainda assim, o Senhor chama os judeus remanescentes de Israel a voltar-se para Ele, mesmo na hora de atraso em que estão vivendo agora.

Palavras de Joel se aplicam tanto para o cativeiro na Babilônia aproximando - que estava no horizonte próximo, quanto ao “dia do Senhor”-, mas são ainda mais relevantes para a situação durante o período de tempo do fim. Implora aDeus com o seu povo a voltar a Ele, mesmo na hora da meia-noite.

"Mesmo agora, diz o Senhor", voltarão para mim de todo o vosso coração, com jejuns, lágrimas e lamentações ". Rasgai o vosso coração e não os vossos vestidos. Voltar para o Senhor, teu Deus, porque ele é misericordioso e compassivo, lento para a cólera e cheio de amor, e ele cede o envio de calamidade. Quem sabe? Ele pode voltar e ter piedade e deixar para trás uma bênção - ofertas de cereais e as libações para o Senhor teu Deus.

"Tocai a trombeta em Sião, declarem um jejum santo, convoquem uma assembléia sagrada. Reúnam as pessoas, consagrem a igreja; reúnam os anciãos, congregai as crianças. Saia o noivo e a noiva de seus quartos. Deixem os sacerdotes, que ministram perante o Senhor, entre o alpendre e o altar do templo. Deixe-os dizer: Poupe seu povo, ó Senhor. Não faça de sua herança um objeto de escárnio, um provérbio entre as nações. Por que diriam entre os povos: Onde está o seu Deus?'' (Joel 2:12-17)

Joel também prevê a conversão final de Israel no último minuto - que precede o retorno final do Messias. Em misericórdia a graça de Deus, nessa altura, transforma um terço da nação de volta para si mesmo. Na verdade, as orações deste remanescente são necessárias para o retorno do Messias para a sua terra, para o tempo final. Esta conversão na décima primeira hora, de um grande número de judeus para o Messias, poderia ascender a mais de um milhão de novos crentes que entram no reino, assim como o Messias está voltando para a terra pela última vez:

"Quando o SENHOR se mostrou zeloso da sua terra e teve misericórdia de seu povo. O Senhor respondeu-lhes:Eu vos envio trigo, do vinho novo e de azeite, o suficiente para satisfazê-lo totalmente, nunca mais vou fazer você um objeto de escárnio para as nações, eu vou dirigir o exército do norte longe de você, empurrando em uma terra seca e estéril, com suas colunas frontais que vão para o mar oriental e aqueles na parte traseira para o mar ocidental. E seu fedor vai subir; seu cheiro vai subir. Certamente ele tem feito grandes coisas."

Certamente o Senhor tem feito grandes coisas. Não temas, ó animais selvagens, as pastagens estão se tornando verde. As árvores estão dando seus frutos, a figueira e a videira produzirão suas riquezas. Seja feliz, povo de Sião, regozijai-vos no Senhor vosso Deus, para que Ele lhe dê as chuvas de outono em justiça. Ele te manda chuvas abundantes, tanto de outono e chuvas de primavera, como antes. As eiras serão preenchido com grãos; as cubas transbordarão de vinho novo e de azeite.

"Eu te pagarei pelos s anos que o gafanhoto tem comido - o gafanhoto grande e os gafanhotos jovens, os outros gafanhotos e o enxame de gafanhotos -. Meu grande exército que enviei contra vós. Vocês vão ter muita coisa para comer, até que esteja completo, e você vai louvar o nome do Senhor teu Deus, que fez maravilhas para você;. nunca mais vai ser o meu povo envergonhado Então você vai saber que estou em Israel, que eu sou o SENHOR vosso Deus, e que não não é outra, nunca mais vai ser o meu povo envergonhado.

"E depois, que derramarei o meu Espírito sobre todas as pessoas. Vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões. Mesmo sobre os meus servos, homens e mulheres, que derramarei o meu Espírito naqueles dias. vou mostrar maravilhas nos céus e na terra, sangue, fogo e nuvens de fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o dia grande e terrível do Senhor. E todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo, pois no monte Sião e em Jerusalém haverá livramento, assim como o Senhor disse, entre os sobreviventes, a quem o Senhor chama "(Joel 2:18-32).

Alerta apocalíptico de Joel é apenas um dos muitos no Antigo Testamento, que tem um cumprimento duplo. Joel advertiu contra as invasões devastadoras de Nabucodonosor que estavam à frente em seu próprio dia. Mas o Espírito deDeus também tinha em mente um cumprimento maior e mais completo dessas passagens no final da época em que vivemos hoje.

As Sete Taças da Ira de Deus

Estes julgamentos parecem vir em rápida sucessão, levando até a batalha de Armagedom. Detalhes nos é dado, mas eles são julgamentos sobrenaturais que parecem afetar toda a terra.


Primeiro Taça - Feridas Prejudiciais

Então, ouvi uma grande voz do templo dizendo aos sete anjos: "Vá, derramar as sete taças da ira de Deus sobre a terra."

O primeiro anjo foi e derramou a sua taça sobre a terra, e feridas feias e dolorosas estourou nas pessoas que tinham o sinal da besta e adoraram a sua imagem. (Apocalipse 16:1-2)

A taça primeira vai causar feridas feias e dolorosas. Se a humanidade tem a capacidade de desenvolver armas biológicas, imagine o que o Criador poderia fazer nesta área. O resultado é doloroso, mas, evidentemente, não mortal. Na verdade, todas essas pragas causam tormento ao invés de morte.

A segunda taça – sangue mortal

O segundo anjo derramou a sua taça no mar, e se transformou em sangue como de um morto, e todos os seres vivos no mar morreu. (Apocalipse 16:3)

Esta é uma reminiscência da praga do Êxodo 7 nos tempos de Moisés, quando o rio Nilo e toda a água do Egito transformou-se em sangue. Neste caso, ele vai afetar "o mar", ou seja, pelo menos, o Mediterrâneo, e talvez todos os oceanos da Terra.

A terceira taça

O terceiro anjo derramou a sua taça nos rios e nas fontes das águas, e se tornaram em sangue. Então ouvi o anjo das águas dizer: "Você é apenas nesses julgamentos, tu que és e que eras, o Santo, porque você tem julgado, pois eles derramaram o sangue dos santos e dos profetas, você deu-lhes o sangue a beber como eles merecem. "

E ouvi o altar responder: "Sim, Senhor Deus Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos." (Apocalipse 16:4-7)

Este julgamento é uma continuação do último, espalhando o horror de água sangrenta dos mares a todas as fontes de água. Tão repugnante como esta praga é porque a humanidade rebelde tenha derramado o sangue dos santos e dos profetas.

Quarta Taça – fogo e calor insuportável

O quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e o sol foi dado o poder de pessoas de queimaduras com fogo. Eles foram cauterizada pelo calor intenso e blasfemaram o nome de Deus, que tinha o controle sobre estas pragas, mas eles se recusaram a arrepender-se e glorificá-lo. (Apocalipse 16:8-9)

Muitas causas naturais poderíamos falar desse sol ardente. Violentas erupções do Sol em si, uma ligeira mudança de órbita, ou mesmo destruição da camada de ozônio. em torno da Terra, poderia causar isso.

É muito significativo que, mesmo com esses lembretes do poder e da ira deDeus, o povo rebelde ainda se recusam a arrepender-se.

Quinta Taça - Escuridão

O quinto anjo derramou a sua taça sobre o trono da besta, e o seu reino foi mergulhado na escuridão. Os homens mordiam as suas línguas de dor e amaldiçoou o Deus do céu por causa das angústias e das úlceras, mas eles se recusaram a se arrepender do que tinha feito. (Apocalipse 16:10-11)

Vindo na esteira de terríveis queimaduras do sol, haverá completa escuridão e o frio que vem com esta falta de luz. Arrepios são comuns entre aqueles que sofreram queimaduras, e isso vai fazer a sua situação ainda pior. No entanto, em vez de se arrepender, a humanidade vai amaldiçoar a Deus.

Sexta taça - Secagem de rios

O sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates, ea sua água secou-se para preparar o caminho para os reis do Oriente. (Apocalipse 16:12)

Esses eventos levam até o grande confronto com Cristo: A batalha do Armagedom. A secagem do rio Eufrates por agências angelicais, será mais fácil para as tropas do Extremo Oriente para entrar no Oriente Médio e se preparar para a batalha.

Espíritos demoníacos

Então vi três espíritos malignos que pareciam rãs, eles saíram da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta. São espíritos de demônios que realizam sinais miraculosos, e vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha do grande dia de Deus Todo-Poderoso.

"Eis que venho como um ladrão! Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda as suas roupas com ele, para que ele não ande nu, e ser vergonhosamente exposto."Em seguida, eles reuniram os reis no lugar que em hebraico se chama Armagedom. (Apocalipse 16:13-16)

O convite para esta batalha não é por alianças políticas convencionais, mas por uma sedução demoníaca.

A sétima taça - Terremotos graves

O sétimo anjo derramou a sua taça no ar, e fora do templo veio uma voz, vinda do trono, dizendo: "Está feito!"

Então veio relâmpagos, estrondos, trovões e um terremoto grave. Nenhum terremoto como tem ocorrido desde que o homem tem estado na terra, tão grande foi o terremoto. A grande cidade dividida em três partes, e as cidades das nações em colapso. Deus lembrou-se da grande Babilônia e lhe deu o cálice do vinho do furor da sua ira. Toda a ilha fugiu e os montes não pôde ser encontrado. Do céu granizo enormes de cerca de cem quilos cada caiu sobre os homens. E eles amaldiçoaram a Deus por causa da praga da saraiva, porque a praga era tão terrível. (Apocalipse 16:17-21)

A "Campanha" do Armagedom

Como já disse, é óbvio que o conflito final da Tribulação não é uma batalha simples, mas uma série complexa de movimentos militares e compromissos. Estudiosos bíblicos têm proposto uma série de medidas possíveis neste processo. Não é sábio ser dogmático sobre a seqüência exata. Como as profecias da primeira vinda do Messias, os vários aspectos eram conhecidos, mas há muitas maneiras que poderiam ser imaginados. Ninguém poderia ter escrito a ordem específica e detalhes do Evangelho antes e Cristo veio para cumprir as previsões sobre sua vida terrena e ministério.

Aqui estão elementos-chave da segunda vinda de Cristo, e uma seqüência proposta.
1 - O Anticristo vai invadir Israel, em seguida, tomar as suas tropas para o Sul (Norte da África, incluindo o Egito ea Líbia - Daniel 11:40-43). Sua ditadura econômica será desafiada, envolvendo atividade militar durante a segunda metade da Tribulação. Perto do fim, o "Rei do Sul" (provavelmente o Egito, com a Líbia e outros) irá se rebelar. Ele vai trazer as suas tropas através de Israel, e acabar com os distúrbios.

2 - O Anticristo será perturbado por notícias do Oriente e do Norte, então ele vai voltar a estabelecer uma área de teste no Vale do Armagedom ("entre o mar e a montanha " do bonito Monte Sião - Daniel 11:44 - 45). Ele vai voltar a Israel e estabelecer seu posto de comando. O Vale do Armagedom está a apenas 20 milhas para o interior da cidade portuária de Haifa, através do qual exércitos marítimos do mundo pode entrar.

3 - reis e exércitos de todas as nações serão convocados para o jogo. O Rio Eufrates secará para permitir que os enormes exércitos do Leste passam vir (Apocalipse 9:14-16; 16:12-16). Em um último esforço inútil para unificar os exércitos da Terra, e para desviar a atenção do fato de que sua estrangular espera de que as potências mundiais estarão enfraquecendo, o Anticristo irá declarar guerra contra o próprio Jesus Cristo, o inimigo comum de todas as pessoas degradantes da Tribulação. O objeto de sua ira será o povo escolhido em Jerusalém.

4 - Destruição de Jerusalém (Zacarias 12:1-3; 14:1-2). Jerusalém será devastada pela força avassaladora das forças do Anticristo.

Muitos bons professores da Bíblia, incluindo o falecido Ray C. Stedman, ver o cumprimento a esta altura da guerra de Ezequiel 38 e 39. Neste ponto de vista, a guerra, uma das campanhas da última guerra, será contra Israel, e será provocada pela Rússia e seus aliados.

Deus nos ajude a perseverarmos em fé e obediência, a Ele toda glória!

Um Basta aos Pregadores Filhos da Sanguessuga!




"A sanguessuga tem duas filhas, a saber: Dá, Dá. Há três coisas que nunca se fartam, quatro que nunca dizem: Basta. A sepultura, a madre estéril, a terra que não se farta de água, e o fogo, que nunca dizem: Basta”. Provérbios 30:15-16


Que vergonha!Como Sansão, temos sido expostos publicamente ao vitupério, para que o mundo se divirta às nossas custas. Fomos de um extremo ao outro: de heróis da fé a bobos da corte. Deitamos no colo de Dalila, permitindo que ela passasse sua afiada navalha em nossa honra. Dentro da simbologia bíblica, “cabelos” significam honra. É preferível ter a navalha em nossa própria carne, a tê-la em nossa honra.

Tivemos nossos olhos vasados, e fomos empregados no moinho dos filisteus. De inimigo "número um" do pecado, da injustiça e da corrupção, tornamo-nos na força motriz que mantém seu moinho em movimento. O sistema contra o qual lutávamos nos domesticou. Perdemos a ferocidade. E agora, inofensivos, somos expostos no Templo de Dagon, ridicularizados por aqueles que antes nos temiam e respeitavam.

Temos sido pegos com a mão na botija! Flagrados fazendo o que sempre condenamos com tanta veemência. Dinheiro na cueca, na meia, na Bíblia, na alma. A Besta do Apocalipse nos etiquetou.
Resta-nos o último pedido! Alguém se candidata a fazê-lo?
Quem se colocará entre os pilares do templo de Dagon?

Quem diria que um dia teríamos que orar, pedindo: Só mais uma vez, Senhor! Volta a dar-nos a força que tínhamos. Hoje temos força política, mas não temos força moral, muito menos espiritual.

De acordo com Salomão, a sanguessuga é mãe de gêmeos homônimos. Suas crias são conhecidas com o sugestivo nome de “Dá”. Elas são comparadas à três coisas que nunca se fartam, e quatro que jamais dizem “basta”: a sepultura, a madre estéril, a terra que não se farta de água, e o fogo, que em sua fúria, jamais se sacia.

Dá e Dá são a “igreja”(com “i” minúsculo, mesmo) e as instituições públicas, que numa relação incestuosa, geram cada vez mais sanguessugas, ávidas de poder, fama e dinheiro. Talvez hoje, Salomão as chamasse de "Toma lá" e "Dá cá".

A sepultura é aquela que recebe o cadáver, e o decompõe. Não há excessão: todos os que nela são colocados se corrompem (nos dois sentidos). A sepultura é semelhante às filhas da sanguessuga.

No caso em questão, a sepultura é a igreja evangélica institucionalizada, que tornou-se o ambiente onde cadáveres vivos, verdadeiros zumbis, estão se decompondo em plena luz do dia. A ética é relativizada e flexibilizada de acordo com os mais excusos interesses. Engole-se camelos, enquanto mosquitos são cuidadosamente coados.

A madre estéril é a igreja que já não gera filhos, pois vive de adesões, e não mais de conversões. Dada a sua esterilidade, ela “adota” filhos, que às vésperas das eleições, forjam conversões, para conquistar os votos dos irmãos desavisados.

A terra, por sua vez, tem um incrível poder de absorção. Não importa o volume de água, ela sempre o absorve. Assim, a igreja evangélica vem absorvendo as práticas do mundo, sob o pretexto de contextualizar-se, tornando-se menos intransigente, e mais atraente aos olhos do mundo, principalmente dos poderosos.

O fogo voraz não pode ser detido. Por onde passa, deixa um lastro de destruição e prejuízo. Tal é o apetite das filhas da sanguessuga.

São subproduto da relação incestuosa entre igreja e Estado.Não bastasse a exploração que tem sido feita nos púlpitos, por profeteiros da hora, servos de Mamom, pastores agora trocam seus púlpitos por palanques, e o templo pelo plenário. E pior, negociam sua unção, por um apetitoso prato de lentilhas.

Os votos dos crentes tornaram-se moeda de troca. A honra da Igreja é vendida por alguns milheiros de tijolos, sacos de cimento, instrumentos musicais, carro, propriedades e cargos públicos para o pastor e seus familiares, etc.

Seria esta a igreja que em Apocalipse causa náuseas em Jesus? Não estaria ela prestes a ser vomitada? Ou seria esta a que Jesus ameaça tomar-lhe o candeeiro?

Se a igreja evangélica perder seu candeeiro, passará a funcionar na clandestinidade espiritual. Seu Alvará celestial terá sido cassado.
Que Deus tenha misericórdia de nós!
Ou que ele nos tire a tempo desta nova Babilônia que começa a configurar-se.

Não foi com isso que sonharam os Reformadores. Não era esta a igreja queJesus tinha em mente, quando afirmou que as portas do inferno não prevaleceriam contra ela.

A Igreja dos sonhos de Deus é bem diferente da Sanguessuga e suas filhas. Enquanto estas jamais dizem "basta", a genuína Igreja é a que declara em uníssono com Paulo: "A Tua Graça me basta!"


Autor: Hermes C. Fernandes

20/06/2014

Não Podemos Usar o Púlpito Para Fazer Defesa da Ignorância



Que o pregador preocupe-se com seu conhecimento das Escrituras.Tudo que puder aprender sobre a Bíblia lhe será útil; e o máximo que já tem alcançado ainda não é o bastante. Sendo que pretende ser um interprete das Escrituras é imprescindível que a conheça profundamente.

É detestável haver obreiros que, a pretexto de humildade, se esquivam de tornarem-se mestres nas Escrituras. O pregador é como um desbravador; um desbravador enviado pela cidade faminta a uma terra distante, com o único objetivo de encontrar e trazer o melhor que puder achar. Na cidade lhe esperam crianças, jovens e adultos que, atarefados em suas obrigações diárias, esperam pelo maná que está por vir. Que o desbravador não se atreva a trazer consigo menos do que lhe foi designado.

Que o pregador preocupe-se com sua vida de oração.Um alerta se faz necessário aqui. Com o intuito de desmistificar a oração, muitos espalharam a idéia de que é possível orar em todo tempo, em toda situação e lugar. Com tal ensino pretendia-se derrubar a idéia de que oração é apenas aquela feita de joelhos. Está correto. No entanto, na prática, isso tem servido como travesseiro de penas para a consciência de alguns cristãos, inclusive obreiros. Nada pode substituir aqueles momentos que passamos exclusivamente na presença do Senhor, em oração. Da mesma forma que o café da manhã não substitui o almoço, e a música não substitui a exposição das Escrituras, a oração como exercício espiritual é insubstituível: “… quando orares, entra no teu aposento e fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto…” (Mateus 6.6).

Haverá o pregador de se preocupar também com o seu preparo intelectual. Indiscutivelmente, o Espírito Santo tem utilizado, e de forma poderosa, pregadores sofríveis tecnicamente. Foi, por exemplo, o que aconteceu na conversão de um jovem que se tornaria o príncipe dos pregadores. Spurgeon nos conta que ao se refugiar da chuva no templo de uma Igreja Metodista, deparou-se com um pregador que despertava ‘dó’ em seus ouvintes; porém, o Espírito Santo usou aquele mensageiro para tocar profundamente no coração de Spurgeon. São casos reais que, no entanto, não servem como desculpa para aqueles que podendo receber melhor preparo, não o fazem, quer por preguiça intelectual, quer por um conceito errôneo de espiritualidade.

Quanto mais culto é o pregador, mais fácil lhe será a árdua tarefa de falar em publico, desde a preparação do seu esboço, até o momento de entregar sua mensagem aos ouvintes. Isso facilmente se explica recordando que o cérebro humano funciona como uma espécie de arquivo que armazena e disponibiliza quantidade enorme de informações, sobre os mais variados assuntos, nas mais diversas áreas do saber.

O pregador não deve confiar em alguma revelação instantânea que o salvará no púlpito. Quando o Senhor Jesus fez promessa de enviar aos seus discípulos um outro Consolador, disse-lhes: “Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito” (João 14.26). Parando apenas na promessa de ser ensinado, muitos se esquecem do meio utilizado pelo Espírito: fazer lembrar.

Durante cerca de três anos Jesus ensinou aos seus discípulos coisas que eles sequer eram capazes de assimilar no momento, mas quando o Dom da Promessa se realizou, todas aquelas informações passaram a fazer sentido e, hoje, são as bases da coletânea de escritos que conhecemos como Novo Testamento.

Não é incrível que algum pregador atual se ache detentor de uma unção que nem mesmo os discípulos tiveram? Portanto, que o pregador invista em sua bagagem cultural. No caso de possuir alguma formação superior, não necessariamente em teologia, ele já trará consigo uma bagagem considerável. Seja como for, seus conhecimentos devem continuar sendo acumulados diariamente. Como fazê-lo? Com atividades simples como: cursos de especialização, reuniões cientificas ou culturais, visitas regulares a bibliotecas, a compra regular de bons livros, a leitura de um bom jornal diário, ou mesmo pela Internet. Com o passar dos anos o pregador irá notar que apesar do consciente se ‘esquecer’ de praticamente tudo o que leu, o inconsciente jamais o fará. Com efeito, o subconsciente criará um arquivo de informações que podem ser acessadas pelo indivíduo que acumulou conhecimentos através dos anos.

Fazer anotações daquilo que se lê pode ser de grande auxilio para usos futuros, desde que se tenha o cuidado de organizar adequadamente tais informações. De nada valerá um punhado de anotações aleatórias e confusas. E a informática poderá ser de grande utilidade para o pregador. Utilizando o sistema de pastas virtuais, o pregador terá sempre em mãos algo semelhante aos melhores arquivos físicos que poderia comprar. Falaremos mais sobre esse assunto em outra ocasião.

Deus continue abençoando os nossos pregadores.



| Autor: Pr. Marcelo da Costa

Líderes convocam cristãos para segundo Pentecostes em 2015



O mundo está pronto para um segundo Pentecostes? Essa é a expectativa de um movimento global chamado Empowered 21. Seus organizadores estiveram reunidos em Jerusalém, onde o primeiro Pentecostes ocorreu.

Dezenas de líderes cristãos viajaram de todo o mundo até Israel para adorar, orar e fazer planos conjuntos para o que eles esperam que ocorra a partir do ano que vem. “É incrível ver como muitos líderes maravilhosos que Deustem levantado com o objetivo de ver cada pessoa tendo um encontro real com o Espírito Santo até o ano de 2033. É impressionante”, afirmou Bill Johnson, da Bethel Church.

Billy Wilson, presidente da Oral Roberts University e diretor da E-21, falou sobre o movimento global. “Nossa grande visão é maior do que todos nós. Veio de Habacuque 2:14, mostrando que o conhecimento da glória do Senhor cobrirá a terra como as águas cobrem o mar”, esclareceu.

O primeiro Pentecostes, segundo o livro de Atos ocorreu no Monte Sião em Jerusalém, cerca de 2000 anos atrás. O objetivo agora é que os cristãos de todo o mundo orem por um “novoPentecostes” para ocorrer a partir de 24 de maio de 2015.

“Estamos convidando os crentes de todo o mundo a celebrar o poder do Espírito Santo, e serem cheios do Espírito no século 21, clamando que uma nova geração possa experimentar mais de Deus”, afirmou Wilson. Um dos objetivos do movimento é o avivamento de uma nova geração, que poderá liderar a Igreja global nos próximos anos.

Os líderes do projeto são todos pertencentes a movimentos pentecostais e explicam que a “chave” para o sucesso da empreitada será a união de propósitos. A profetiza Cindy Jacobs disse que tem sonhado com esse momento e afirma “a vida dessas pessoas nunca mais será a mesma”.

fonte: noticias gospel

18/06/2014

"MAS O QUE É ESPIRITUAL DISCERNE BEM TUDO, E ELE DE NINGUÉM É DISCERNIDO. I CO 2:15"





Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo ao qual escolheu para sua herança.Salmos 33:12

Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.
Salmos 1:1

Não entres pela vereda dos ímpios, nem andes no caminho dos maus.
Evita-o; não passes por ele; desvia-te dele e passa de largo.Provérbios 4:14-15

Filho meu, se os pecadores procuram te atrair com agrados, não aceites.Provérbios 1:10

E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as.
Efésios 5:11

Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?2 Coríntios 6:14

E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.Romanos 12:2

Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.1 João 2:15

Como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância;
Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver;1 Pedro 1:14-15

A PAZ DO SENHOR A TODOS!

16/06/2014

O Brasil, a Igreja e a política do "pão e circo"


Na abertura da copa das confederações, na estreia da seleção brasileira contra o Japão,assisti com tristeza a Rede Globo informar que havia em Brasília, além do jogo no Estádio Mané Garrincha, nove telões espalhados por toda a cidade,reunindo cerca de 70.000 pessoas pelas ruas da capital. Haveria ainda, segundo a emissora de televisão,um show no final do dia com a presença de muitos artistas,o que elevaria o número da multidão para algo em torno de 300.000 espectadores. Outros telões teriam sido espalhados em todas as regiões do país.

Imediatamente pensei em escrever sobre minha indignação,todavia não o fiz na hora. Hoje,porém,por entender que as medidas para conter o povo entretido com espetáculos e shows ditos "culturais" continuavam em pauta em terras brasileiras,trazendo de volta a velha e conhecida política do império romano, que ocupava a população com alimento e divertimento a fim de que o povo não se aculturasse e não promovesse uma revolução,lembrei-me dessa prática romana: pão e circo,que resumia-se na distribuição de cereais e na criação de eventos como lutas nas arenas (onde muitos cristãos morreram),apresentações teatrais e as corridas de bigas. Essa política de oferecer entretenimento à população afastava o povo dos reais problemas estruturais,políticos e sociais do império.

No Brasil,depois de tantas viradas culturais promovidas pelas secretárias de cultura das capitais,após tantos megas-shows,passadas as propagandas pirotécnicas para promover uma copa do mundo sem estruturas, enquanto o povo vive cada vez pior, vemos uma manifestação popular como não se via há cerca de 20 anos. Até mesmo os brasileiros que vivem no exterior resolveram se manifestar de igual modo. Não estou defendendo manifestações que trazem depredações,saques e desordens. Se essas manifestações serão benéficas para a nação,somente o futuro,a história,o dirá. Uma coisa é certa: estão servindo para abrir os olhos dos parlamentares desonestos e mentirosos,que prometem e não cumprem. Também estão desempenhando papel importante para quebrar o orgulho dos governantes brasileiros que se achavam até então populares e inatingíveis,discursando todos os dias e dizendo que o Brasil não está em crise,quando as estatísticas mostram que a economia estagnou há muito tempo e o resultado dessa estagnação se vê claramente no "PIBinho" brasileiro.

O Brasil, a Igreja e a política do "pão e circo", o título deste artigo,nasceu de uma reflexão acerca do atual momento que vive nossa nação e do desejo de fazer uma transposição que nos levará a enxergar que os mega-shows evangélicos,as grandes vigílias-onde o que menos vê é oração e que eles chamam de "vigilhão",os grandes congressos promovidos por igrejas que convidam cantores e agendam grupos famosos para reunir multidões, tendem a encobrir a verdadeira situação das igrejas evangélicas que estão atravessando uma crise moral e espiritual. Tal qual a política romana,tentam esconder os escândalos, os erros e as mazelas de certas lideranças. É, portanto, do interesse desses líderes que seus liderados não conheçam a palavra,  doutrina, suas histórias de vida, posto que desse modo se torna mais fácil manipulá-los e impedir um crescimento consciente que traga uma mudança, uma revolução sadia, para nossas denominações.

Por esses dias vi um vídeo onde um cidadão que a si mesmo se diz apóstolo (vide ap. 2:2) e que enganou muita gente boa e bem intencionada com pretexto de métodos para crescimento da igreja, consagrou sua própria mãe, pasmem os leitores, a "apóstola-matriarca", afirmando que sua progenitora é possuidora de um "útero profético". Sem falar dos desmandos daqueles que começaram bem, mas perderam a visão em nome de uma teologia que traz lucros somente para seu próprio bolso e confere status de l´der espiritual e político entre os evangélicos. Outros caídos refugiam-se e encastelam-se de maneira que de seus bunkers enviam mensagens pelas redes sociais a fim de enganar grande parte dos cristãos com suas heresias baseadas na nova doutrina inclusiva, no "amor" sem compromisso e na "graça" barata. Outros ainda se perpetuam no poder e tornam-se estatutariamente vitalícios, não dando chances nem voz aos "adversários",fazendo da igreja carreira  política para si e para sua prole. É o chamado nepotismo cristão evangélico. Como as autoridades brasileiras, discursam dizendo que está tudo bem com a Igreja, sentindo-se populares e inatingíveis. Todavia, os escândalos de ordem moral e financeira dão conta de outra realidade.

Quanto mais congressos gigantescos, quanto mais shows-gospels, quanto mais dinheiro se gastar pagando cachês altíssimos às celebridades da música nos "arraiás evangélicos", quanto mais gente entretida com eventos dessa natureza, como "festas jesuínas", quanto mais "marchas" para Jesus com dinheiro dos cofres públicos e da Rede Globo, entre outras coisas, melhor para esses senhores. Contudo, não é de hoje que se avizinha e se anuncia nas redes sociais muitas vozes e muitos movimentos contrários às práticas desses comandos. É verdade que logo são tachados de idiotices e heresias de gente que não tem o que fazer. Porém, estão tomando forma e já existe um grupo considerável de cristãos mais afeitos à crítica por conta dos desmandos desses guias.

Embora os cristãos sejam muito ordeiros, deve-se lembrar de que em outros tempos o povo de Deus comportou-se de modo a não aceitar condutas imorais ou erros doutrinários crassos e promoveram mudanças radicais que marcaram  história da Igreja. Sou a favor de uma reforma nos sítios cristãos e engrosso o coro dos que, insatisfeitos com os resultados de um cristianismo que não promove consciência cristã crítica e uma visão sociopolítica, pretendem uma igreja mais influente no curso da sociedade brasileira.

A solução é a conscientização do corpo de cristo quanto a esses cabeças e seus comandos desastrosos, fugindo de tudo que cega o entendimento, e promovendo o Reino. Acredito que devemos repensar essa forma de liderança que se utiliza, de forma equivocada, do poder da mídia ou dos estatutos e regimentos internos para manobrar e manipular as massas. Creio que está chegando um tempo em que novas lideranças, visando uma nova ordem para a Igreja.

Deus abençoe a todos.

Maranata. Ora Vem Senhor Jesus!

13/06/2014

É PECADO SIM

 


Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles.
Levítico 20:13

Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é;
Levítico 18:22

Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus?
Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.
1 Coríntios 6:9-10

Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, fornicação, impureza, lascívia,
Gálatas 5:19

Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos que se prostituem, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.
Apocalipse 21:8

Mas, ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira.
Apocalipse 22:15

AINDA HÁ TEMPO,A PORTA DA GRAÇA ESTÁ ABERTA JESUS CRISTO TE CHAMA AO CAMINHO DA VIDA ETERNA.



Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor DEUS, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que razão morrereis, ó casa de Israel?
Ezequiel 33:11


QUE A MISERICÓRDIA DE DEUS ALCANCE A TODOS,E QUE O ESPÍRITO SANTO DE DEUS TOQUE EM VOSSOS CORAÇÕES.
JESUS AMA À TODOS,MAS ABOMINA TODO E QUALQUER PECADO.



Por Francerlanio J M Silva

11/06/2014

Os Males da Fama


"Havia naqueles dias na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama." Gênesis 6:4


INTRODUÇÃO
Mais uma verdade à nosso respeito venho através dos caminhos da Bíblia para revelar, e sei que Deus não usa cachorro; gato; vaca ou qualquer outro tipo de animal em nossos dias, pois hoje ele elegeu profetas, homens que falam por inspiração divina, homens que não falam o que querem, mas são boca de Deusna terra trazendo a palavra verdadeira aos homens sedentos da verdade.
Aprendi que o maior sinal de que alguém tem realmente um chamado não o mostrar que é bom; que vai; que faz; que é; mas sim o pensamento de desistir, pois o que pensa em parar é o que reconhece o peso da responsabilidade, pois o verdadeiro envolvimento, relacionamento com Deus não tem volta, para o muito que foi dado, também muito lhe será cobrado.
O ser humano é muito complexo e sempre se deixa ser contaminado pelas coisas ruins, e agora me recordo de uma das mensagens que ministrei e você pode conferir (OS TRÊS CONSELHOS), pois ela mudou minha vida e também mudará a sua. Hoje vemos diariamente pessoas sonhando em se tornarem famosos e serem conhecidos por muitos desejando algo que lhes serão para o declínio. Vamos juntos em mais uma mensagem alimentar da palavra de Deus, aprendendo a viver neste mundo que não é nossa casa.
Como de praxe eu gostaria de lhe pedir a todos que deixem esta palavra entrar em seus corações, façam dela um alimento para suas almas. O sábio Salomão escreveu no livros de Eclesiastes relatando que a tempo para tudo debaixo do céu, tempo para sorrir e tempo para chorar; tempo para plantar e tempo para colher; tempo para nascer e tempo para morrer, e se Deus tem algo para nós, então a seu tempo isso acontecerá.


OS QUATRO MALES DA FAMA
O que realmente vem a ser fama? Eu defino como o “desejo desenfreado de sair do anonimato”. Uma pessoa que deseja fama na verdade está buscando basicamente quatro coisas malignas, ou seja: O dinheiro, o sucesso, a publicidade e o glamour. Os quatro males que a fama traz.

Dinheiro: A raiz de todos os males
Sucesso: Ser bem sucedido naquilo que faz;
Publicidade: Ser conhecido por muitos;
Glamour: Qualidade de ser atraente, charmosa.

Mas a Fama é algo que pessoas perseguem ao longo da história da humanidade e, talvez, este seja o ponto: a perseguição da Fama. Talvez um dos efeitos da Fama, seja a sensação de poder que ela sugere às pessoas, afinal ao longo da história humana a graduação de lideranças foi feita pelo valor do poder que determinada pessoa detinha em seus domínios.

Mas antes da fama todos são iguais, pessoas normais que desejam aquilo que na verdade não conhecem. Ao buscarem a fama que o mundo traz na verdade estão cavando a própria sepultura. Essa síndrome da busca desenfreada pela Fama faz com que muitos deixem de acreditar na capacidade, no empreendedorismo e em outros meios de conquistar vitórias em suas vidas, e acima de tudo deixam de acreditar na capacidade de Deus.

A Bíblia é o maior manual de comportamento humano e é ela a boca de Deus que molda e conduz a vida daqueles que querem morar junto de Deus. Eu poderia citar muitas pessoas entre homens e mulheres que buscaram a fama, mas eu quero lhe mostrar alguns que a buscaram no contexto bíblico e acabaram por se darem muito mau.

1. NINRODE, O MALÍGNO
Segundo a bíblia, existiu um home cujo nome era Nimrod, e seu governo incluía as cidade de Babel, Ereque, Acade e Calné, e todas as terras de Sinear. E sob seu comando iniciou se a construção da tão famosa torre de Babel. Ele desejou construir uma torre que chegasse até o céu. Seu desejo era a busca desenfreada da fama de conseguir chegar ao céu, na morada celestial e bater nas portas da casa do Senhor Jeová, se tornado assim o homem mais audacioso da época.
Mas acabou por ser destruído pelo poder de Deus. O povo foi disperso pela face da terra sendo distribuídas línguas diferentes entre eles. Ninrode desejava sair de um anonimato e se tornar um homem conhecido por todos, rico e tudo, e viver no glamour do sucesso.

2. HAMÃ, O PRÍCIPE ENFORCADO
O livro de Ester nos conta que na eira de Susã havia um homem que desejava ser o rei dos persas desejava a fama de se assentar no trono do rei Assuero. E para isso ele faia o que for preciso para alcançar seu objetivo. Hamã era tão obcecado pela fama que se alguém entrasse em seu caminho ele o mataria.
Mas seu fim foi pior do que o começo, pois ele havia preparado uma forca para um homem justo e acabou por ser morto em sua própria construção, sendo que tudo que ele construiu foi usado para destruí-lo.

Hamã desejava a fama a todo custo, ele não descansava um só momento, pois sua obstinação era alcançar a fama, nem que para isso precisasse matar pessoas para alcançá-la. Ele não mediu esforços para buscar viver a fama e tudo o que ela proporciona, e essa busca foi sua decadência e ruína. Hamã morreu pendurado em uma forca e na mesma foca morreram seus filhos.

3. lúcifer, o anjo CAÍDO
No céu havia um querubim que na era igual aos outros, A Bíblia o chama de querubim ungido, no singular, por isso não havia outro. Ele era o que regia o louvor no céu e começou a se sentir o “bom da boca”, e o desejo da fama entrou em seu coração, e ele desejou se sentar no trono de Deus e com isso perdeu tudo o que tinha, e hoje vive depressivo, pois perdeu toda a beleza que tinha se tornando um ser abominável e asqueroso.

Seu trono se tornou as trevas, seus comparsas se tornaram demônios e sua herança se chama inferno, o lago de fogo e enxofre. Aquele que se chamava anjo de luz passou a se chamar satanás, belzebu, diabo.

E lúcifer ficou cego pela fama de poder ser adorado como Deus era, e essa busca desenfreada o levou a ser o ser mais repugnante que existe.

VENCENDO OS MALES DA FAMA
Mas como vencer este mau do século? Como superar os males da fama? QuandoDeus está em nós, então aprendemos a vencer todos os males dessa vida. Quando temos uma vida na presença do Senhor, então nos levantamos após uma luta e declaramos que maior é aquele que está conosco do que aquele que está no mundo. Quando estamos na direção da palavra de Deus podemos vencer os males que a fama tenta nos dar para nos destruir.
Vejamos então novamente no contexto bíblico que se Deus é com alguém, este alguém poder declarar a vitória sem ser contaminado pelos males que a fama produz, pois ser famoso não é o objetivo do crente.

1. GIDEÃO, E SEUS TREZENTOS
Um homem que era humilhado pelos inimigos midianitas, que lhe roubavam seus alimentos, o deixando sem proventos. Gideão relata que ele era o menor em sua casa, o que me leva a entender que entre seus irmãos ele era o mais pobre, o mais necessitado, o que aos nossos olhos realmente precisava dos prazeres da fama oferece, mas ele tinha um coração diferente.
Gideão recebe o chamado do Senhor e confia que era Deus quem o estava capacitando e confia no chamado. Vai e vence 135.000 homens com apena um grupo de 300 homens. Imagine agora Gideão voltando para Israel e todo o povo gritando “Gideão! Gideão! Gideão!”, era para ele ficar cheio de orgulho e sentir e viver os prazeres da fama era para ele pensar: “Agora eu sou famoso!”, mas ele soube dar a glória a quem ela era digno, a Deus.

2. DAVI, O AMADO DE DEUS
Davi, chamado homem segundo o coração de Deus, era cheio de falhas, também o menor entre seus irmãos, pois eles eram soldados do exército de Saul, e Davi um pastor de ovelhas, era o caçula que não podia ir aos campos de batalha. Mas certo dia seu pai o manda levar mantimentos a seus irmãos e voltar trazendo notícias, mas quando Davi chega ao campo de batalha ele vê um gigante afrontando Israel e decidi matá-lo.
A história todos conhecemos. Davi matou um homem amedrontador chamado Golias, um gigante que fez um exército ficar acuado, amedrontado, intimidado. Um menino de cerca de dezessete anos vence um guerreiro de muitos anos. Com a queda de Golias penso que todo o exército de Israel começa a gritar seu nome, “Davi! Davi! Davi!”, mas ele não se empolga com a fama, pois o menino sabia que a glória era de Deus e não deles.

3. ELIAS, O PROFETA DO FOGO
Uma das histórias mais comoventes sobre um profeta é a história de Elias contra os males que o rei Acabe trouxe ao povo de Israel. Elias fez com que Deusfechasse as janelas do céu e não houvesse chuva e nem orvalho. Após um período de cerca de três anos e meio Elias volta e propõe um desafio, entre ele e os profetas de Baal e Asera. Após Deus honrar a palavra de seu servo Elias se levanta e mata a fio da espada todos os profetas de Baal, cerca de 450 homens, um por um.
Quando o fogo desceu do céu a esse a bíblia diz que todo Israel começou a gritar seu nome, pois veja bem. A bíblia diz que todo o povo de Israel juntos gritavam “Só o Senhor é Deus! Só o Senhor é Deus!”, e o nome de Elias em hebraico é Eliahu, que traduzido quer dizer “Jeová é Deus”, então todos gritavam juntos “Elias! Elias! Elias!”, mas a fama não subiu a cabeça de Elias. Elias era homem deDeus e sabia que a honra da vitória é toda do Senhor Jeová.


CONCLUSÃO
Após a saída do povo Hebreu do Egito, Deus disse a Moisés que mandaria um anjo junto com eles para guiá-los, mas Moisés disse: “Se tu não fores conosco, então não nos faça sair daqui!”. Vejo que muitos estão prosseguindo sem a presença de Deus em suas vidas e um ministério que era para ser bem sucedido acaba por virar ruínas da vergonha.
Vejo que a busca da fama está levando muitos a se frustrarem no meio do caminho, e perderem suas vidas, entregando suas almas a perdição eterna. Só iremos estar livres dos males da fama quando aprendermos a dar a Deus toda honra e toda glória.
Temos inúmeros exemplos de pessoas que em nossa geração desejaram ser mais famosos do que Deus e acabaram morrendo antes de viverem um sucesso. Lembremos de Tancredo Neves, que disse que nem Deus o impediria de subir o planalto. E o que dizer de John Lennon, que disse que os Beatles eram mais famosos que Jesus e morreu com quatro tiros. Poderia ainda falar de Merilym Moroe foi visitada por Billy Graham e ao ser evangelizada ela disse não precisar de Jesus, e uma semana depois foi encontrada morta.
Precisamos aprender a dar a Deus toda honra e toda glória por tudo que somos e que temos, pois só Ele é digno. Sim! O nosso Deus é famoso, Ele é o dono do ouro e da prata, Ele tem sucesso em tudo o que faz, só Ele é conhecido mundialmente, até a natureza e os animais lhe rendem glória, só Deus é atraente, Ele sim tem glamour em sua presença.


Autor: Pr. Alexandre Augusto

A Doutrina da Soberania de Deus


Outra doutrina que implica predestinação é a da Soberania de Deus. Já discutimos, no capítulo segundo desta tese, a doutrina da soberania de Deuscomo um argumento em favor dos decretos do mesmo Deus. Por isso vamos agora ser breve.

A soberania de Deus não é uma doutrina exclusivamente calvinista, mas é mantida por todos os cristãos. Todos admitem que Deus é soberano na Criação e na Providência. Também deve ser soberano na Salvação.

Podemos provar a soberania de Deus na salvação pelas doutrinas da depravação total e do novo nascimento, que já consideramos. Visto como Deus é soberano, Ele tem poder tanto para criar, como para não criar. E uma vez que o homem está mor­to em delitos e pecados e Deus tem poder para criar ou para não criar, a recriação do homem depende completamente da soberania e da misericórdia divinas. Deus é tão soberano em criar o homem para a nova vida, como foi soberano em sua primeira obra da criação. Se reconhecemos que Deus é soberano para criar ou não criar no mundo físico, para sermos coerentes precisamos reconhecer que Ele é soberano para criar ou não criar no mundo espiritual. E isto é apenas admitir que Deus tem o direito de ser Deus.

Se Deus tivesse de escolher os homens por causa de algu­ma coisa neles, dependeria de suas criaturas e, assim não seria soberano.

“Que havia nos eleitos que atraísse para eles o cora­ção de Deus? Seriam certas virtudes que eles possuís­sem? Seria porque fossem generosos de coração, de bom temperamento, verazes, numa palavra, foi por­que fossem “bons” que Deusos escolheu? Não, por­que nosso Senhor disse, “Bom só existe um, que é Deus” (Mat.19:17). Seria por causa de alguma boa obra que eles tivessem realizado? Não, porque está escrito, “Não há quem faça o bem, não há nem um se­quer” (Rom. 3:12). Seria porque eles se mostrassem ansiosos e zelosos por conhecer aDeus? Não, porque outra vez está escrito “Não há quem busque a Deus” (Rom.3:11). Seria porque Deus previu que eles iam crer? Não, porque como podem crer em Cristo os que estão mortos em delitos e pecados? Como podiaDeus saber de antemão que alguns creriam, se lhes era impossível crer? A Escritura declara que a fé nos vem “mediante a graça” (At. 18:27). A fé é dom deDeus, e sem esse dom ninguém é capaz de crer. A causa da escolha, portanto, está em Deus mesmo, e não nos objetos de Sua escolha. Ele escolheu aqueles que escolheu, sim­plesmente porque resolveu escolhê-los”.[1]

Os que são condenados, o são por causa de seus próprios pecados, e Deus, em condená-los, é apenas justo. Os que são salvos, entretanto, o são porque “isto pareceu bem” aos olhos de Deus.

Thomas A. Kempis escreveu no seu célebre livro “Imita­ção de Cristo”:
“Conheci de antemão meus amados, antes dos séculos. Escolhi-os do mundo; não foram eles que primeiro me escolheram. Chamei-os por graça, atraí-os por miseri­córdia, guiei-os em segurança através de várias tentações. Cumulei-os de gloriosas consolações. Dei-lhes perseverança, revesti-os de paciência. Considero tan­to os primeiros como os últimos; abraço a todos com amor inestimável. Devo ser louvado em todos os meus santos. Devo ser bendito acima de todas as coisas, e honrado em cada um daqueles a quem por essa forma gloriosamente exaltei e predestinei sem quais quer méritos que previamente tivessem”.[2].

Deus tem, naturalmente, boas e perfeitas razões para es­colher e salvar aqueles que elegeu. Mas essas razões não estão no homem, e sim somente nEle, em sua vontade e graça soberanas. Como disse Cristo, “Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado” (Mat.11:25,26). “Não temais, ó pequenino rebanho, porque vosso Pai se agradou em dar-vos o reino” (Luc.12:32). Somente porque agrada a Deus é que nós vamos receber o reino.

Toda vez que em oração pedimos a Deus que converta pecadores, reconhecemos a sua soberania na salvação deles. Se a salvação dependesse da vontade do homem, e não de Deus somente, seria mais próprio orar aos homens para que se salvassem em vez de pedir isso a Deus. Reconhecemos, no entanto que nos cumpre anunciar o Evangelho e apelar aos homens, porque é esse o meio de alcançarmos o fim glorioso que temos em vista, a salvação deles.

Outra doutrina que implica predestinação é a da providência. Já a consideramos no segundo capítulo desta tese, como prova dos decretos de Deus, e o que dissemos lá, com relação aos decretos de Deus em geral, aplica-se à predestinação em particular.

É a providência de Deus que determina todas as circuns­tâncias e o curso de nossa vida. O que para nós é casual, para Deus não o é. Tantas vezes acontece que um fato pequeníssi­mo modifica completamente o resto de nossa vida! Como disse o Dr. Egbert W. Smith em seu excelente livrinho The Creed of Presbyterians:

“O controle das coisas maiores deve incluir o controle das menores, não somente porque as coisas grandes são constituídas das pequenas, mas porque a história mostra como coisas triviais se apresentam continua­mente como os agentes principais de fatos importan­tes. A persistência de uma aranha estimulou um ho­mem desanimado a novas diligências que moldaram o futuro de uma nação. ODeus que predestinou o de­senrolar da história da Escócia, deve ter planejado e presidido os movimentos do minúsculo inseto, que salvaram de desespero a Robert Bruce. Deus não é uma Divindade ausente, estabelecida fora do univer­so, somente a olhar os acontecimentos que se erguem como cristas de montes acima da planície comum. Ele está “presente em toda a parte”, “sustentando, dirigindo, dispondo e governando todas as criaturas, todas as ações, e todas as coisas, desde as maiores até as menores”. Os negócios do universo são controla­dos e dirigidos, como? “Segundo o propósito daquele que faz tudo de acordo com ó conselho de Sua von­tade”. Seu propósito ou “decretos”, que abrangem tudo, diz o Catecismo, “Ele os executa nas obras da criação e da providência”. Quer dizer, a Providência é um modo de Deus executar os Seus decretos. Nou­tras palavras, é simplesmente o cumprimento univer­sal e certo de Seus propósitos predeterminados”.[3].

É a providência de Deus que determina onde, quando e como cada um de nós nasce, vive e morre. É sua providência que decide se um homem há de nascer num país pagão, ou cristão; qual vai ser o seu ambiente e quais as oportunidades de que vai gozar. E também se vai ou não ter oportunidade de ouvir o Evangelho. Estas circunstâncias providenciais, que Deus cria na vida dos homens, decidem do futuro eterno de milhões de membros da raça humana. Se cremos que só há sal­vação pela fé em Jesus Cristo, e se milhões de pagãos nunca tiveram uma oportunidade de ouvir de Cristo, a única conclusão que podemos tirar do fato é que Deus não escolheu esses pagãos para a salvação; se não fosse assim, a providência de Deus ter-lhes-ia oferecido uma oportunidade de ouvir sua mensagem. Foi exatamente isto o que Cristo disse em referência às cidades de Tiro, Sidom e Sodoma; isto é, “se os milagres” feitos em Corazim e Betsaida, “tivessem sido feitos em Tiro e Sidom, há muito que elas se teriam arrependido em saco e cinza”, e “se os milagres” operados em Cafarnaum, “tivessem sido feitos em Sodoma teria ela permanecido, até ao dia de hoje” (Mat.11:21-23). Por que aquelas cidades pagãs não se arrependeram? Só há uma resposta, a saber, foi porque em sua providência Deus não lhes ofereceu uma oportunidade de ouvir falar de Cristo e presenciar os seus milagres. E por essa forma provi­dencial Ele decidiu o destino delas.

“Os arminianos admitem uma eleição soberana de nações, na sua totalidade para o gozo de privilé­gios religiosos, ou para a rejeição deles. Mas é in­discutível que, em fixar a condição externa das mes­mas, o destino religioso virtualmente é fixado para sempre. Que oportunidade tem, praticamente, de che­gar ao céu o homem que Deus fez que nascesse, vi­vesse e morresse em Taiti no século dezesseis? O lançamento de sua sorte ali não fixou virtualmente seu destino para a eternidade? Em suma, tomando-se em consideração o modo de Deus pensar, a eleição soberana de um conjunto de nações para o gozo de privilégios implica, como de necessidade, a decisão, inteligente e intencional, do destina de indivíduos, praticamente fixado por esse meio. Não é infinita a mente de Deus? Não são perfeitas as suas percepções? Será que ele, tal como um fraco mortal qualquer, “atira à toa num bando de pássaros, sem visar a ne­nhum deles individualmente”? Quanto às criancinhas, crêem os arminianos que todos aqueles que morrem nessa idade, são remidos. Quando, portanto, a providência de Deus decide que um determinado ser hu­mano morra em criança, fixa infalivelmente sua re­denção, e neste caso, pelo menos, tal decisão não pode ter sido orientada pela previsão de fé, arrepen­dimento ou boas obras, porque essa almazinha não tem nada disso, até depois de sua redenção”.[4].

Temos de escolher entre casualidade e providência como explicação dos quinhões diferentes que cabem aos homens neste mundo. Os cristãos não crêem em casualidade, e sim na providência de Deus. Por conseqüência, se em sua providência Deus não oferece a todos os membros da raça humana as mes­mas oportunidades de ouvir o Evangelho, claro é que Ele não escolheu todos os homens para a salvação. E não se diga que Deus não providenciou uma oportunidade para eles de ouvir a mensagem porque previu que eles não a aceitariam. De fato, Cristo afirmou exatamente o contrário em referência a Tiro, Sidom e Sodoma, como vimos.

Patenteia-se assim que a doutrina da providência de Deus envolve a da predestinação.


Autor: Samuel Falcão

O Ritual das Antigas Alianças


Durante todo o período histórico coberto pelo relato bíblico, as alianças foram muito importantes nos relacionamentos entre os homens e até mesmo entre as nações, servindo como modelo para os contratos que regem a sociedade moderna.

Basicamente, uma aliança é um acordo entre duas ou mais partes que se unem para o compartilhamento de recursos visando objetivos comuns. Encontramos, na bíblia, contratos ou acordos para a guerra (II Cr.18.1-3), para o comércio (II Cr.20.35-36; I Rs.5.10-12), uniões matrimoniais (Gn.29.21-23), para o trabalho (Gn.30.27-34), ou simples laços de amizade e cooperação (I Sm.18.3). No livro de Gênesis, por exemplo, observamos o relato sobre várias alianças firmadas entre os homens (Gn. 14.13; 21.27; 26.28; 31.44). Numa época em que as leis eram insuficientes e a força prevalecia, as alianças eram fundamentais para a garantia de direitos e a resistência aos invasores.

A aliança era uma promessa solene de união e cooperação, de modo que o relacionamento entre as partes não ficasse sujeito às futuras variações do sentimento ou das circunstâncias. Em muitos casos, o fraco procurava se aliar ao mais forte. Desse modo, resguardava-se de ser atacado por esse mesmo individuo e, além disso, conseguia proteção em troca de algumas obrigações (Js.9.6,15). As partes pactuadas se comprometiam ao auxílio mútuo, principalmente em caso de guerra.

Geralmente, as alianças eram formalizadas através de rituais religiosos cujo conteúdo variava razoavelmente dependendo da época e do lugar. Entre os elementos mais comuns nesse tipo de cerimônia podemos citar: sacrifício de animais, presença de testemunhas, festa, refeição, troca de presentes, compromisso verbal em forma de juramento, estabelecimento de um memorial, um símbolo que permitisse a lembrança da aliança feita. A essência do acordo era o conjunto de deveres assumidos pelas partes envolvidas.

Em um tipo específico de ritual, um animal era sacrificado e seu corpo era partido. Seus pedaços eram colocados no chão e por entre eles passavam aqueles que estavam fazendo a aliança. Por esse ato declaravam que aquele que quebrasse a aliança deveria ser despedaçado como aquele animal (Jr.34.18; Gn. 15.9-17).

A compreensão das alianças antigas e seus rituais nos ajuda a entender o compromisso entre Deus e os homens. A bíblia nos mostra que o Senhor fez aliança com Noé que, naquele ato, representava toda a humanidade (Gn. 6.18; 9.9-12). Depois, Deus fez aliança com Abraão, representante de Israel (Gn. 15.18; 17.2). No Novo Testamento, Jesus é o representante da igreja no estabelecimento da Nova Aliança com o Pai (Lc. 22.20).

Alianca é compromisso. Para estabelecê-la conosco, Jesus foi sacrificado. Naquele dia, ele estabeleceu a ceia como um memorial, para que jamais nos esquecêssemos do nosso vínculo com o Senhor. A sua Palavra é o regulamento da aliança, contendo os direitos e deveres concernentes a ela. Nossa obediência aDeus não deve estar condicionada ao que sentimos ou às circunstâncias. Devemos simplesmente cumprir nosso compromisso, independente de qualquer outra coisa. Muitos querem ser abençoados, mas poucos desejam o compromisso. A diferença entre ambos será sentida por toda a eternidade. Ismael foi abençoado, mas Isaque, além da bênção, teve alianca com Deus e, por isso, através de sua descendência veio o Salvador (Gn. 17.20-21).

Cristianismo é um modo de vida em aliança com Deus. Isto não significa restrição, mas segurança. Se estamos comprometidos com aquele que é mais forte, aquele que é o Todo-poderoso, então podemos descansar no seu poder e na sua fidelidade. Não estamos sós ou desamparados. Não podemos ser tocados pelo Inimigo, pois aquele que está em nós é maior do que aquele que está no mundo (I João 4.4). Deus está conosco para lutar as nossas guerras.

O Senhor jamais quebrará um compromisso estabelecido por ele. A aliança deDeus com Noé continua firme e é por isso que o mundo nunca mais voltará a ser destruído pelas águas. A aliança de Deus com Abraão continua firme e é por isso que a nação de Israel continua viva e florescente, apesar da fúria de seus adversários. A aliança de Deus com a igreja continua firme e é por isso que as portas do inferno não prevalecem contra ela.

Deus jamais quebrará sua aliança, mas... e nós? Se você não tem compromisso com Deus, cuidado, pois o Inimigo tem direitos sobre a sua vida e você pode sofrer danos nesta vida e na eternidade. Se você tem aliança com Deus, não quebre o compromisso. Aquele que rompe a aliança corre o risco de ser despedaçado como o animal do sacrifício. Por esta causa, o abandono da fé, a apostasia, é algo muito perigoso.

Mantenhamos nossa aliança com Deus, pois todos os que guardam esse pacto são parte da Noiva de Cristo, a igreja, que com ele viverá por toda a eternidade.


Autor: Anísio Renato de Andrade

Como Guardarei o Meu Filho?

  
“É a túnica de meu filho; uma fera o comeu; certamente José foi despedaçado” Gênesis 37.33

Introdução:
Estava eu a louvar ao Senhor Deus Jesus, em um encontro cristão me sentindo seguro e tranqüilo com meus pensamentos em Deus e às vezes com meu olhar a observar a alegria dos irmãos e irmãs que lá estavam neste encontro, quando me atentei para as palavras da serva de Deus que disse ao povo: tragam seus filhos e filhas de menor idade, que temos irmãs preparadas para dar a eles aulas cristãs e brincadeiras de modo que os irmãos poderão cultuar tranquilamente, e antes do final do culto estas mesmas irmãs trarão seus filhos aos seus respectivos pais. Que benção! Porém, como num instante, me veio pensamentos de profunda dor e de perda, pois, parecia que eu havia dado a minha filha menor na mão destas irmãs, e algo inexplicável havia ocorrido e minha filha, havia sumido delas e ninguém a encontrava. Acalmem-se todos! Foi apenas um pensamento, isto não ocorreu de fato, todavia, a dor que senti foi profunda e real e neste estado de dor eu refleti: Se isto houvesse ocorrido de verdade; o que eu poderia fazer a respeito? Pois, me senti impotente diante daqueles sentimentos. Esperem! Eu não estava em um dos lugares mais seguros do mundo, num templo, numa casa de oração, lugar que Deus escolheu para se manifestar entre o seu povo; como então num momento, eu senti medo, dor e a sensação de impotência? Meus queridos, diante desta experiência que me invadiu, eu chamo a sua atenção para um tema de grande relevância, para nossas vidas, pois se trata da segurança de nossas famílias os quais são: esposa, filhos e filhas, que para nós são presentes de Deus e jóias raras, o qual temos a obrigação e o dever de amar e proteger, mas, dentro desta tão sublime tarefa que nos foi dada por Deus, venho a perguntar: Será que seremos capazes de guardá-los de todos os perigos, que por sua vez são inumeráveis? E ao passo que olhamos no texto Sagrado, veremos que Jacó, não esperava em seus pensamentos que perderia seu filho já em tenra idade e de um modo tão cruel. Foi cruel, pois, em seus pensamentos e nos relatos de seus filhos, um possível animal o teria despedaçado e feito de José seu alimento. Perceba, que ainda que o amor de Jacó por seu filho caçula era grande e excedia o amor de seus outros filhos, isto não foi suficiente para protegê-lo do mal. Meus irmãos! Esta verdade, esta diante de nossos olhos, porem, inúmeras pessoas não tem dado a ela a devida importância, pois, se o meu amor é capaz de livrar a todos os que amo; por que será que eles morrem? E se o meu amor nem sempre é o suficiente para livrar alguém do perigo, como então protegerei minha família? Jacó talvez olhasse para José e achava que ele estava protegido, mas, o texto Sagrado revelou o contrario, e ainda que o texto Sagrado nos mostre que José não estava morto, mas vendido como escravo, todavia, para Jacó ele estava morto, pois, foi esta a versão que recebeu dos seus filhos e a prova forjada foi uma túnica manchada com sangue; talvez, para seus irmãos brilhavam uma leve sensação de tranqüilidade em suas más consciência por não terem matado seu irmão José, todavia, para seu pai Jacó eles o mataram e tiraram a alegria de um velho, a dor da morte para seus irmãos era mera falsidade, mas, para Jacó era real. Sim, meus queridos são nestes contextos Sagrados, que chamo a sua atenção acerca da segurança que temos oferecido a nossa família, e com certeza venho questioná-las, tais como: Será que a segurança que eu tenho oferecido para minha família é o suficiente? Poderei eu guardar minha família a todo o tempo? Quem são os meus inimigos? Saiba que todas estas respostas se encontrarão pela palavra de Deus Bíblia Sagrada, e entenderemos qual é a real segurança, e a quem pertence as nossas vidas e a vidas de todos aqueles a quem nós amamos.

ESBOÇO:
• O meu amor será o suficiente?
• Quem são os meus inimigos?
• Como então guardarei minha família?
• A salvação de Deus em José
• O pago de José em Deus
• Segurança VS Referencia
• Conclusão

• O MEU AMOR SERÁ O SUFICIENTE?
Se eu disser que meu amor por minha família é o suficiente para guardá-los de todos os males que os cercam, eu me faço mentiroso, arrogante e hipócrita, pois, quem sou eu para conhecer as mentes e os corações dos homens, que tão de perto nos rodeiam, e quem sou eu capaz de estar em todos os lugares ao mesmo tempo, ou capaz de prever cada passo de pessoas mal intencionadas contra mim ou minha família, sim, eu concordo que mesmo longe de minha família, meus pensamentos, intenções e sentimentos estão pertos, mas, será isto o suficiente? Segundo o texto Sagrado, Jacó amava seu filho caçula José, e isto; de ninguém era oculto, pois, suas atitudes o denunciavam ao cercava-lo de carinhos e honras e vesti-lo com uma túnica colorida, que confirmava seu amor e proteção ao rapaz (Gn cap 37 v 3-4), todavia, isto, não foi o suficiente para livrá-lo da mão de seus irmãos, pois diz o texto Sagrado que seus irmãos intentaram matá-lo “Vinde, pois, agora, e matemo-lo, e lancemo-lo numa destas covas, e diremos: Uma fera o comeu; e veremos que será dos seus sonhos” (Genesis cap 37 v 20), por sua vez não o fizeram, mas, o venderam como escravo para os mercadores que estavam de viagem para o Egito e mentiram para seu pai Jacó, ao dizer que José havia morrido, possivelmente por um animal feroz (Genesis cap 37 v 24-28; 31-34), perceba que o nosso amor por maior que ele seja, não será capaz de livrar uma alma da morte ou do perigo. E agora! Ficaremos a mercê dos perigos? Quem nos livrará? Ei esperem ai, Jacó não era crente como seu pai Isaque e seu avô Abraão? Por que então Deus não livrou Jacó deste grande sofrimento? Mas antes de respondermos estas questões, analisemos o tópico a seguir.

• QUEM SÃO OS MEUS INIMIGOS?
A grande questão aqui está em saber quem são meus inimigos e onde é o lugar que eles se encontram, e o que eles estão tramando contra a mim e contra a vida dos meus; mas isto; com certeza não será fácil de identificar ou descobrir, pois, alguns inimigos estão e são tão próximo de nós que muitos deles vem a ser: nossos filhos, esposa e irmãos. Como então eu abrirei meus olhos e admitirei que meus inimigos, também são os da minha própria família? Para tanto, é só olharmos para as Sagradas Escrituras, e logo veremos que o perigo que Jose enfrentava, dificilmente seria visto, pois, se tratava da sua família (irmãos). Como então José suspeitaria, sendo ele adolescente da idade de dezessete anos; que seus irmãos mais velhos queriam matá-lo por inveja dele? E ao tratarmos de assunto que diz respeito ao coração, sentimentos e intenções humanas, entramos em terras desconhecidas, pois, o único capaz de saber e discernir o coração do homem é Deus observem as palavras do Salmista “Tu sabes o meu assentar e omeu levantar; de longe entendes o meu pensamento” (Salmos cap 139 v 2), veja também o que disse São Lucas a respeito do Senhor Jesus o verbo encarnado “Jesus, porém, conhecendo os seus pensamentos, respondeu, e disse-lhes: Que arrazoais em vossos corações?” (Lucas cap 5 v 22). Será que o Senhor ocultou as más intenções dos seus irmãos a José ou ao seu pai Jacó? Ou será que ficamos cegos intencionalmente quando os nossos inimigos se tratam de nossos irmãos? Ou será que o ciúme leve aos nossos olhos, não crescerá e causará males tão grande que não se podem ser resolvido?

A questão que desejo me ater não se trata de colocar a família em suspeita ou dividi-la, mas, informar pela revelação de Deus na Bíblia, que a natureza humana é má, e isto, independe de ser seu pai, sua mãe, seu irmão (a), ou filhos e filhas, pois, somos por natureza pecadores; observe as palavras do Apostolo Paulo: “Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço” (Romanos cap 7 v 19), sim, o Apostolo Paulo entendia e via no seu próprio corpo duas forças que lutavam entre si, sendo que a velha natureza que herdamos de nossos antepassados a natureza má, impulsiona os homes e mulheres do mundo inteiro para fazer o mal, quer seja nossa família ou não. E se somos maus por natureza; quem poderá nos livrar do corpo desta morte? Para tanto, também disse o Paulo com alegria “Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor” (Romanos cap 7 v 25 e cap 8 v 1), glorifiquemos a Deus o Pai, que enviou seu Filho Jesus Cristo, que se fez homem, para nos livrar na sua morte na cruz de nossa velha natureza, de modo que a vida que vivemos na carne ou no nosso corpo vivemos como vivos entre mortos, pois diz: “Mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça” (Romanos cap 6 v 13), outrora usávamos o nosso corpo para o mal, agora livres do aguilhão do pecado e da escravidão mundana, Deus espera que usemos nosso corpo para fazer o bem e isto de todo o coração de modo que: nossos pensamentos, intenções e propósitos sejam instrumentos de justiça.

• COMO ENTÃO GUARDAREI MINHA FAMÍLIA?
A resposta é: eu não guardarei, e mesmo que tente; eu não conseguirei, porquanto, não há em mim poder para isto. Mas, se eu tentar! Será que instalando câmeras em cada cômodo de minha casa eu estarei seguro? Ou se eu comprar muitos cachorros ferozes e treinados eles me protegerão? Ou será que muitos guardas e vigias poderão me livrar? Ou talvez se eu reforçar as trancas e janelas com grades de aço? Ou ainda se eu levantar os muros de minha casa até que alcance as nuvens ficarei seguro? Saibam, pois, que ainda que por um momento eu me veja guardado dos inimigos externos; quem me livrará dos internos? E nestes inimigos internos eu me incluo, e se isto não fosse verdade, não haveria pessoas que se enforcasse ou tomasse venenos para dar cabo da própria vida. Logo, torno a perguntar: Haveria alguém que sozinho sem a ajuda de Deus o Senhor seria perfeitamente livre ou guardado do mal? A resposta é não, pois diz o Salmista “Se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela; Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam” (Salmos cap 127 v 1), isto; me faz entender, que toda a segurança que achamos ter, incluindo artifícios humanos tais como: trancas, muros, câmeras de seguranças e tantos outros, não podem, nem poderão garantir a nossa segurança. Espere eu não estou dizendo que você não deva fazer tudo que lhe for necessário para se proteger ou proteger a sua família, não é isto que estou lhes dizendo, mas, estou lhes dizendo pela revelação de Deus nas Escrituras que Aquele quem nos guarda é o Senhor Deus, e não nenhum de nós ou quaisquer artifícios que possamos fazer.

E ao olharmos para a proteção de Deus o Pai, ela é tão grandiosa que vai alem da nossa capacidade de pensar ou imaginar; para tanto, observem as palavras do Senhor Jesus, quando falou a respeito dos pássaros e de todos nós “Não se vendem dois passarinhos por um ceitil? e nenhum deles cairá em terra sem a vontade de vosso Pai” (Mateus cap 10 v 29), o Senhor Jesus, deixa bem claro que os pássaros, só serão presos em armadilhas humanas se Deus o Pai deixar, mostrando seu amor e proteção para os seres que damos pequeno valor “Dois ceitil” e com respeito aos homens Ele o Senhor Jesus deixou claro: “Não temais, pois; mais valeis vós do que muitos passarinhos”(Mateus cap 10 v 31), meus irmãos o amor e a proteção de Deus por nós não se pode medir e nem calcular, também, não existem palavras dentro das línguas ou idiomas mundiais para expressar este amor, e a prova disto está nas palavras do Apostolo João guando disse “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” ( João cap 3 v 16), sim, de tal maneira, é algo que foge a nossa dimensão, meio, ou espaço, ou as leis da matemática, físicas, geografia e tantas outras faculdades todas elas não saberão calcular ou dimensionar este amor, e se tenho este conhecimento e creio nisto; então eu confiarei Nele para guardar tanto a mim, quanto a todos a quem amo; pois diz o texto Sagrado “A ti clamaram e escaparam; em ti confiaram, e não foram confundidos” (Salmos cap 22 v 5), não há duvidas Deus nos guardará.

• A SALVAÇÃO DE DEUS EM JOSÉ
Se tiveres chegado até aqui nesta leitura, não será difícil para você enxergar a mão de Deus sobre a vida de José filho de Jacó para guardá-lo e livrá-lo da morte e não somente ele, mas, inclusive a vida de todos aqueles que quiseram matá-lo. Porquanto disseram seus irmãos ao seu respeito “Vinde, pois, agora, e matemo-lo, e lancemo-lo numa destas covas, e diremos: Uma fera o comeu; e veremos que será dos seus sonhos” (Genesis cap 37 v 20), e mesmos que Rúben o seu irmão mais velho intentou livrá-lo, pois disse: “Não lhe tiremos a vida; isto disse para livrá-lo das mãos deles e para torná-lo a seu pai” (Genesis cap 37 v 21-22), isto não foi o suficiente, pois quem tem poder de livrar, não é Rúben, nem ninguém, mas unicamente Deus o Pai. Mas quero chamar a sua atenção para mais esta questão: Qual foi propósito de Deus em não livrar José naquele momento, se em suas mãos está todo o poder?

Esta resposta nós encontramos a partir do capitulo trinta e nove do livro de Genesis e conseguiremos perfeitamente entender os planos de Deus para José, seu pai Jacó e todos os seus irmãos, todavia, quero vos dar a resposta nas palavras do Senhor Jesus na ocasião que discursou sobre os pássaros nos fazendo refletirmos nas nossas condições e privilegio diante de Deus, pois disse: “Nem um pássaro cairá sem que Deus o Pai permita” (Mateus cap 10 v 29), mas se vier a cair; caiu porque Deus o Pai permitiu, se veio a morrer; morreu porque Deus o Pai permitiu, ou ainda se vier a estar preso em uma armadilha humana é porque Deus viu um propósito neste pássaro tanto em sua morte, ou em sua prisão; sim, Deus em seu eterno saber viu este pássaro servindo de alimento na mesa de alguém, ou viu este pássaro ainda que preso em uma gaiola alegrando a vaidade de um rico; antes viu este pássaro servir de renda para que um pobre ao vendê-lo pudesse alcançar seu sustento ou seu pão, Deus tudo vê, tudo sabe, tudo guarda e quando não guardou; a nosso ver míope, também é Fiel em seus planos, para logo mais a frente nos fazer enxergarmos o porquê de tudo isto ou daquilo, e desta forma eu e você, glorificaremos a Ele duplamente. E isto; se vê perfeitamente na vida de José.

Para tanto, quero de forma simplificada comentar sobres a muitas injustiças que foram feitas a José, sendo a primeira injustiça vinda de seus irmãos, ou que culpa ele tinha pelo fato de seu pai Jacó o amar mais que os outros? Mesmo assim, foi vendido como escravo. E estando em terra estranha e na condição de servo, um homem cujo nome é Potifar, oficial nos serviços do rei Faraó veio a comprá-lo e fazer dele seu criado, todavia, a mão de Deus estava com José de modo que Potifar ao ver a prosperidade em sua casa o promoveu para mordomo de tudo o que tinha. Veio a segunda injustiça, a mulher de Potifar não conseguindo seduzir a José para se deitar com ela, o acusou de tentar tomá-la a força e como resultado perdeu sua mordomia e tornou-se agora alem de escravo um condenado por crime de abuso sexual. Porem, a mão de Deus estava com José e com todos os que amam a santidade e a justiça, e mesmo na prisão Deus estava com José e logo, o carcereiro lhe deu o governo entre os presos e entre os presos ele presidiu. E dentre estes presos que José presidia, ali chegaram dois presos ilustre sendo um copeiro do rei Faraó e o outro padeiro do rei. Ilustres por quê? Ilustres, porque o rei contava com a fidelidade deles para viver em paz; ou como não será ilustre, visto que um cuida do alimento do rei, garantindo um alimento saudável! E o outro de igual forma, garante que toda bebida seja, boa e ao mesmo tempo livre de qualquer mal ou veneno, todavia, ambos foram acusado diante do rei e por isto, estavam presos. Mas, Deus que não deixa nenhum dos seus servos enganados, veio e provou a inocência de um e confirmou a culpa do outro para José, quando deu a ambos um sonho e José interpretou cada um deles pela sabedoria que Deus lhe conferiu e ao interpretar o sonho pela revelação de Deus disse José ao copeiro: “Daqui três dias você será restabelecido ao seu oficio diante de Faraó e ao chegar lá, lembra-te de mim, pois, estou aqui injustamente e fui roubado de minha família” (Genesis cap 40 v 14-15; 23). Veio então a terceira injustiça, pois, o copeiro esqueceu-se de José.

Dois anos se passaram até que Deus trouxe a memória do copeiro, que na prisão havia um homem que tinha sobre ele a capacidade divina, para se interpretar sonhos; e com certeza saberia interpretar os sonhos de Faraó, pois, o mesmo estava perturbado em seus pensamentos, e não havia ninguém em todo o Egito que pudesse ajudá-lo nesta questão. O tempo de injustiça sobre José chegou ao seu final, porquanto Deus o exaltou diante de todos os egípcios por haver interpretado o sonho de Faraó com sabedoria, e agora Deus lhe deu por meio de Faraó o governo do Egito e a responsabilidade de plantar e colher dos frutos da terra nos sete anos de prosperidade que viria, conforme a revelação de Deus ao rei Faraó (Genesis cap 41).

Amados irmãos, Deus trouxe a José a sua justiça e fez reluzir a luz de José diante dos egípcios e de todos aqueles que um dia o havia feito seu escravo, talvez, tudo o que estava acontecendo a José ainda não estava claro aos seus olhos, porem agora, os planos de Deus são revelados a José, visto que são planos eternos, pois Deus não improvisa, Ele elabora, Ele arquiteta, Ele faz conforme a sua Soberana vontade e isto, Ele mostrou a José e a nós homens de visão míope, na ocasião em que sua família, (os irmãos de José) vieram até o Egito buscar comida para sua própria sobrevivência, porque em todas as terras havia fome. E disse Jacó aos seus Filhos: “Eis que tenho ouvido que há mantimentos no Egito; descei para lá, e comprai-nos dali, para que vivamos e não morramos” (Genesis cap 42 v 2), tudo estava no controle de Deus, exatamente como Ele havia revelado ao rei Faraó pela sabedoria que deu a José, e todo o sofrimento de José teve em Deus um propósito; o qual era Salvar vidas da fome que veio sobre a terra, e neste grande acontecimento Deus por meio de José Salvou o mundo da fome, incluindo a si e sua família porquanto, em todo o Egito havia pão em abundancia e todas as terras e povos corriam para lá vejam: “E de todas as terras vinham ao Egito, para comprar de José; porquanto a fome prevaleceu em todas as terras” (Genesis cap 41 v 57). Diante da revelação de Deus nas Sagradas Escrituras eu me dobro e reverencio seu autor o Espírito Santo o qual inspirou homens fieis para nos escrever seus ditos e nos fazer lembrar-se das palavras do Senhor Jesus Cristo que diz: “E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles? Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Quando, porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra? (Lucas cap 18 v 7-8; 2º Pedro cap 1 v 21); João cap 14 v 26). Portanto, tenhamos fé no Senhor Deus e Pai de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo , pois, em breve seremos Salvos de toda dor e sofrer e viveremos eternamente ao seu lado, pois, isto Ele nos prometeu quando disse: “Na casa do meu Pai há muitas moradas; Eu vou vos preparar lugar e voltarei para vos buscar; para que onde Eu estiver vocês meus servos e discípulos também estarão (grifo meu)” (João cap 14 v 1-3).

• O PAGO DE JOSÉ EM DEUS
O Senhor Jesus Cristo em suas palavras disse: “Deus fará justiça aos seus escolhidos” (Lucas cap18 v 7), e ao olhar para vida de José; homem escolhido de Deus como você também o é, fica claro e notório as justiças de Deus neste escolhido, e elas são evidentes em toda a sua trajetória observem:

- Sendo ele o menor dentre seus irmãos, Deus em Jacó seu pai o amou mais que todos os outros; (Genesis cap 37 v 3)
- Sendo ele o menor e desprezado por seus irmãos, Deus o fazia justiça dando a José sonhos e nestes sonhos José era honrado; (Genesis cap 37 v 6-9)
- Foi vendido como escravo para servir a estranhos, todavia, Deus lhe deu o governo da casa do estranho; (Genesis cap 37 v 27; cap 39 v 1-6)
-Foi acusado e preso injustamente, mas até na prisão ele presidiu, e estando em prisão, Deus lhe concedeu capacidade de interpretar sonhos; (Genesis cap 39 v 21-22; cap 40 v 12)
- Foi esquecido na prisão, mas, Deus fez Faraó sonhar para que o interprete de sonhos fosse solto e se torna o governador de toda a terra do Egito; (Genesis cap 40 v 23; cap 41)

Eu pergunto a você: Porventura, o Deus e Pai de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo deixará de nos fazer justiça, a nossa fé que depositamos no seu Filho? Ou será que assim como guardou José, de todas as suas angustias, medos e tribulações também a nós não fará? Porventura Deus também não nos escolheu? Deus mudou por acaso? Portanto, abram vossos olhos e vejam todas as evidencia que Deus tem cuidado de você, de sua família e de toda sua parentela por amor de ti. Olhemos agora qual foi o pago de José para os seus irmãos observem:

- Ao reencontrá-los se fez estranho para seus irmãos, porem, lhes deu comida, trigo em abundancia e restituiu seu dinheiro; (Genesis cap 42 v 25)
- E quando todos se reuniram lhes deu tratamento especial, e ao seu irmão mais novo lhe deu porção cinco vezes maior; (Genesis cap 43 v 34)
- Depois se revelou a eles; (Genesis cap 45 v 3)
- Os perdoou; (Genesis cap 45 v 4-5)
- Mandou chamar seu pai Jacó e todos os seus irmãos, para habitar na terra de Gósen no Egito e ali os sustentou com comida e com o melhor da terra; (Genesis cap 47 v 6)

- E após a morte de Jacó seus irmãos ficaram com medo de José se vingar, por haver seu pai morrido, todavia, disse José aos seus irmãos: “Vós bem intentastes mal contra mim; porém Deus o intentou para bem, para fazer como se vê neste dia, para conservar muita gente com vida. Agora, pois, não temais; eu vos sustentarei a vós e a vossos filhos. Assim os consolou, e falou segundo o coração deles” (Genesis cap 50 v 20-21). Deus é a segurança do seu povo, ainda que Jacó morra Deus é vivo, ainda que José morra Deus é vivo ainda que nós viéssemos a morrer não temas, porquanto Deus sustentará as nossas famílias, pois, antes de ser nossa é Dele.

• SEGURANÇA VS REFERENCIA
Meus queridos saibam, pois, que toda a nossa segurança e a dos nossos filhos, estão diretamente relacionados com o que cremos e com o que temos ensinado a eles. Logo, eu pergunto: Como então, eu terei a paz e andarei seguro; visto que não confio em Deus, não acredito em suas palavras e nem espero por suas promessas? Logo, como meus filhos terão a paz em Deus, se a eles não ensino e não sou seu exemplo? Olhemos agora mais uma vez para José em meio às lutas e os revezes da vida, e então saberemos o porquê ele sobreviveu a todos os seus desafios e foi vencedor em Deus.

José não tinha a presença do seu pai Jacó com referencia no Egito, todavia, tinha e confiava na presença de Deus o Pai, com seus irmãos não contava e nem esperava um resgate, mas, no Deus de seus pais ele esperava, e anelava um dia rever seu pai e família. Como surgiu em José tanta fé e confiança em Deus? A resposta está em Jacó, que passou aos seus filhos o legado que recebeu de seu pai Isaque, que por sua vez recebeu de Abraão, logo os testemunhos de Abraão, Isaque e do próprio Jacó foram repassados aos seus filhos e José os absolveu e isto, lhe foi por segurança e salvação. Também é justo dizer, que não basta nós e os nossos filhos termos um legado em Deus e o exemplo de nossos pais, se deles não fizermos caso. José porem, não foi negligente as suas promessas e herança, mas, se prontificou diante de Deus e agarrou as palavras de seus pais e todas as promessas de Deus feitas a Jacó do qual ele era filho e herdeiro e passou a viver mesmo como sendo um escravo, todavia, viveu com honestidade, santidade e justiça, pois, Deus é santo, justo e verdade e importa que todos que os tem por Pai, sejam semelhantes a Ele, para tanto disse o Senhor Jesus Cristo: “Sedes vós, pois perfeito como vosso Pai que esta nos céus é perfeito” (Mateus cap 5 v 48), ao qual também disse Paulo: “Sedes meus imitadores, pois eu tenho imitado ao Senhor Jesus Cristo” (1º Coríntios cap 11 v 1). Porquanto, todo aquele que se compromete com a fidelidade e a sinceridade disse o sábio: “Este andará Seguro” (Provérbios cap 10 v 9).

Conclusão:
Eu venho concluir este texto, fazendo menção da palavra de Deus Jesus que diz: “Não temais aqueles que matam o corpo e não podem matar a alma, antes temei a Deus que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo” (Mateus cap 10 v 28), percebam a verdade da revelação do Senhor Jesus aos seus discípulos amados, pois, não lhes iludiu com respeito aos perigos e a morte do corpo, todavia, lhe informou que as suas almas que são eternas serão guardadas em Deus e livre da segunda morte o juízo eterno que em breve vira para todos os ímpios e desobedientes as palavras de Deus o Senhor (Apocalipse cap 20 v 14), todavia, para os salvos em Jesus Cristo, receberão vida eterna e um novo corpo (1º Coríntios cap 15 v 52), portanto, deixemos toda a miopia pela revelação de Deus nas Sagradas letras e passemos a enxergar os planos eternos de Deus para mim, para meus filhos e para todos da minha e da sua família.

Autor: Ev. Eli Hudson