19/02/2014

BLOQUEANDO OS INSETOS ESPIRITUAIS


"Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre." João 7:38.

Viajantes contam de uma árvore em países tropicais, cujas partes internas são, às vezes, comidas por formigas enquanto a casca e as folhas se mantêm aparentemente bonitas, e sua debilidade só é percebida quando algum vento forte a derruba.

Mas não é a
tempestade que a torna fraca, apenas revela o quão fraco era.

E sua debilidade é o resultado da atuação de
insetos que, por um longo período de tempo, a destroem por dentro.

De certa forma, se nós permitirmos que nosso caráter seja minado por uma constante negligência às nossas obrigações, ou pela tolerância e ocultação dos pecados que cometemos diariamente, ou se cedermos às tentações que habitualmente nos assolam.

Não poderemos esperar nada mais do que a ruína quando as provações nos atingirem.

De que maneira nos preparamos para enfrentar as
tormentas que, por vezes, se abatem sobre nós?

Será que podemos dizer, com convicção, que a nossa casa espiritual está firmada e
bem sólida sobre a rocha?

Podemos descansar tranquilos certos de que na hora das
lutas não corremos o risco de cair?

É comum cuidarmos bem do nosso exterior, arrumar com carinho o cabelo, colocar a melhor
roupa possível e estar diante das pessoas com uma boa aparência.

E isso é bom, porque somos filhos de Deus e, como tais, precisamos nos apresentar de forma digna a exaltar o Seu nome.

Mas como lidamos com o nosso interior?

Temos de igual modo, procurado louvar e engrandecer ao Senhor fazendo com que o nosso coração seja puro?

Temos bloqueado os sentimentos de rancor e inveja, de egoísmo e
maledicências, impedindo, assim, que tais "insetos espirituais" minem a nossa comunhão com o Salvador?

Temos nos colocado diante do altar de Deus em todos os momentos, confiando a Ele toda a nossa vida, para que não nos tornemos fracos e propensos a ruir diante
da primeira tempestade?

Entregue seu coração ao Senhor e mesmo diante das mais duras provas a sua fé será
inabalável.



Paulo Roberto Barbosa
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